INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

Olá amigos,

Esse blog é um espaço para a divulgação de notícias de uma forma geral envolvendo todo tipo de matéria sobre a comunicação e marketing católico.

Nos propomos a pesquisar tudo o que existe de matérias sobre a comunicação e marketing católico na web e em outras fontes de comunicação, concentrando-as nessa ferramenta que agora estamos disponibilizando, de forma a facilitar a pesquisa e coleta de informações pelas PASCOM de todas as Paróquias espalhadas pelo Brasil afora. Será também um espaço para divulgação de notícias das próprias PASCOM.

Dessa forma, esperamos que seja um meio onde se poderá encontrar, num só lugar, qualquer matéria publicada que envolva a comunicação e marketing dentro da nossa querida Igreja Católica.

Ajude-nos informando sobre suas atividades, eventos, seminários, encontros, retiros etc, que envolvam os meios de comunicação dentro da sua Paróquia, Vicariato ou Diocese.

Vamos à luta, com a graça de Deus e a força do Espírito Santo, pois COMUNICAÇÃO É EVANGELIZAÇÃO !

Por: José Vicente Ucha Campos

Contato:
jvucampos@gmail.com

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Quem são os grandes Comunicadores da Igreja Católica atualmente?

Rio, 03 de janeiro de 2011.
Ao começarmos mais um ano, logo após as Celebrações do grande presente de Deus para nós, o nascimento de Jesus Cristo, vale a pena refletirmos um pouco, sobre se estamos conseguindo divulgar e comunicar essa Boa Nova a todos que nos cercam e àqueles que estejam mais afastados de nós.

Será que nós, como igreja viva, estamos divulgando adequadamente o Cristo Jesus e a Sua Mensagem?

A Igreja Católica, dizem alguns, peca por não saber comunicar adequadamente essa grande Mensagem: O Evangelho de Jesus Cristo, que por si só, já nem precisaria de divulgação se fosse por todos compreendido e vivido. Pois pelo exemplo de muitos, no seu seguimento, arrastaria multidões. Sendo assim, é necessário, então, a sua divulgação. É necessário levá-lo àqueles que ainda não o escutaram e também àqueles que já o escutaram mais não conseguiram ainda assimilá-lo e vivê-lo.

Já dizia Jesus Cristo em Mt 16,15: “Ide por todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda criatura.”

Embora, então, como vimos acima, algumas pessoas acham que a Igreja peca em comunicar o Evangelho de Jesus Cristo, existiram e existem diversos grandes comunicadores da Boa Nova na Igreja Católica; isso não se pode negar.
Quem nunca ouviu falar do Pe. Zezinho, Pe. Marcelo Rossi, Pe. Fábio de Melo e do Pe. Reginaldo Manzotti. Isso só para listar alguns dos sacerdotes mais conhecidos do público nos últimos anos.
Suas atividades evangelizadoras alcançaram a grande mídia e com ela tomou proporção gigantesca o anúncio do Evangelho através dos meios de comunicação modernos.
Sem falar ainda no Grande Comunicador de Cristo, o Papa João Paulo II, que soube como ninguém utilizar os meios de comunicação para o anúncio do Evangelho de Jesus, de uma forma toda particular e especial, levando sublimemente a Mensagem de Jesus aos corações do mundo inteiro, em todas as regiões do Planeta.
Dessa forma, torna-se uma posição muito radical, dizer que a Igreja Católica peca no anúncio e na divulgação da Mensagem de Jesus. Precisa sim, estar sempre atenta as novas situações que acontecem ao longo dos séculos e descobrir então quais são as melhores formas de levar a Palavra de Deus a todos os povos e lugares da Terra, de uma forma atual e eficaz.
Isso não é uma tarefa fácil, principalmente porque, os responsáveis pela Igreja de Cristo na Terra, os Bispos e Sacerdotes, quase nunca tiveram formação e treinamento para a grande Missão da Igreja: o anúncio do Evangelho de Jesus.
Isso parece até uma incoerência: como os representantes de Cristo aqui na Terra não são preparados para executarem bem a sua Missão principal?
É...essa situação precisa ser melhor analisada e refletida pelas autoridades eclesiais. Será que já não é a hora da Igreja preparar melhor os seus sacerdotes para cumprirem a sua principal Missão? Como se fará isso? É o caso de se reunirem todos os responsáveis pela Igreja e pedirem apoio aos especialistas em comunicação. Existem vários católicos formados nessa especialidade que poderiam ajudar na formação adequada dos sacerdotes para terem melhores ferramentas para anunciarem o Evangelho de Jesus, de acordo com o público de hoje em dia.
Jesus fez isso e nos dá diversos ensinamentos a esse respeito. É só olhar nos seus discursos, na sua forma de falar a cada povo, nas metáforas utilizadas abordando uma forma que era intelegível naquela época para a Mensagem que Ele queria transmitir.
Vemos também nos quatro Evangelistas, uma forma adequada de apresentar Jesus a cada comunidade em que viviam e/ou queriam transmitir a Boa Nova. Por isso os quatro, embora falassem da mesma coisa, o fizeram de maneira diferente, pois queriam atingir grupos diferentes, com culturas diferentes, com espiritualidade diferente, etc.
Lembrando novamente do grande comunicador da nossa Igreja, o Papa João Paulo II, que já falava: “Sede criativos no anúncio do Evangelho.”
Então, por que, insistirmos na idéia de que não devemos mudar a forma de anunciar o Evangelho? Sabemos que muitos pensam ainda, que “as pessoas interessadas é que se adaptem”.
Essa forma de pensar já não é condizente com o mundo atual, nem mesmo com a forma de evangelizar de Jesus.
Então porque permanecer batendo nessa mesma tecla, enquanto perdemos várias almas para outras religiões, seitas e para o próprio ateísmo.
Será que devemos ficar esperando aparecerem outros Pes.Zezinhos, Fábios de Mello, Marcelos Rossi, etc? Devemos cruzar os braços e aguardar a Providência Divina nos ajudar? Não foi bem isso que Jesus nos pediu não!
Devemos sim, formarmos grandes comunicadores, aproveitando o potencial daqueles que já nasceram com esse dom e formando e dando condições mínimas para aqueles que não tiveram essa sorte, mas que, com um bom treinamento podem vir a desenvolverem bem técnicas, que aliadas com a sua formação filosófica e teológica, saiam-se bem no anúncio do nosso maior tesouro: o Evangelho de Jesus Cristo.
E nós, leigos, que temos algum conhecimento e boa vontade, podemos ajudar e muito no anúncio da Mensagem de Jesus, pois somos co-responsáveis por essa Missão delegada pelo próprio Cristo Jesus.
Então, mãos a obra. Pois a Mensagem que temos a anunciar, é maravilhosa, atual, envolvente e santificadora.
O que mais precisamos para que ela seja bem aceita?
Só da nossa dedicação e entusiasmo em fazê-lo.

Parabéns Pes. Zezinho, Marcelo Rossi, Fábio de Melo, Reginaldo Manzotti, Antonio Maria, Gleuson e tantos outros, que utilizam o dom da música para produzirem frutos para o Senhor.

Parabéns a todos os Ministérios de Música Católicos, que também utilizam bem os dons que Deus lhes deu na divulgação do Evangelho de Jesus, atingindo principalmente aos jovens desse mundão a fora.

Parabéns a todos os grupos de Teatro Católicos, que em cima dos palcos, por esse mundo afora, levam a Mensagem de Jesus a tantas pessoas e povos.

Parabéns a todas as Comunidades de Vida e de Aliança Católicas, nos seus mais diversos carismas, por levarem mais profundamente o Evangelho de Jesus àqueles que muitas vezes não teriam outra forma de conhecê-lo.

Parabéns também a todas as Comunidades e Empresas Católicas voltadas especificamente para os Meios de Comunicação, por utilizarem com sabedoria e profissionalismo as mídias mais modernas disponíveis, na Evangelização do Povo de Deus.

Parabéns a todas as Pastorais, Movimentos e Grupos Católicos, que são fiéis na divulgação e vivência da Mensagem de Jesus.

Parabéns a todos os jovens católicos, que utilizando do espaço cibernético, levam também a outros jovens, na sua linguagem própria, a Mensagem do Cristo Jesus.

Parabéns a todos os Sacerdotes, que utilizando os dons que lhes são conferidos pelo Sacramento da Ordem, levam a todo o povo de Deus a Sua Mensagem e o Alimento que nos fortalece e reanima para vivermos santamente a Sua Palavra.

Enfim, parabéns a todos os religiosos e leigos, que de uma forma ou de outra, comunicam a Mensagem do Evangelho de Jesus Cristo, dando a oportunidade a todos que quiserem de serem resgatados, transformados e santificados, para um dia virem a participar do Banquete Celeste.

Temos todos nós, cristãos batizados, muito a fazer. Seja individualmente ou em grupo.
Nós devemos ser os grandes Comunicadores do Evangelho de Jesus Cristo, dos tempos modernos.
Preparemo-nos, aperfeiçoe-mo-nos, estudemos, oremos e unamo-nos. Façamos o melhor que pudermos, pois o Cristo merece o melhor.

O momento é agora.

Então...,

Vamos comunicar com entusiasmo, perseverança, conhecimento, fidelidade e com a inestimável ajuda do Divino Espírito Santo, a Grande Mensagem que Jesus nos deixou de presente: a “Palavra de Deus”!

Vamos à luta amigos missionários comunicadores...!!!

E, que Deus nos ilumine. Amém!

O artigo a seguir, é um bom instrumento de reflexão sobre a Comunicação na Igreja Católica e pode nos ajudar a encontrar caminhos para melhorarmos a nossa Missão de Evangelizadores. Vale a pena conferir.

Fonte: PASCOM-PNSC (http://www.pnsc.org.br/)

O religioso que não usa a mídia está fora de seu tempo

Rio, 03 de janeiro de 2011.
Fazendo minhas pesquisas sobre a Comunicação e a Igreja Católica, encontrei alguns artigos antigos, que continuam atualizadíssimos. Achei então, interessante, repassá-los aos amigos do nosso Blog, de forma a que possamos refletir no início desse ano e encontrar novos caminhos para a Evangelização utilizando cada vez mais as ferramentas que nos são disponibilizadas atualmente, incluindo aí a internet e todas as suas Redes Sociais. O primeiro artigo então, que colocamos a disposição dos nossos amigos, é um artigo da Revista “Mundo e Missão”, no 53, de autoria de: Paulo da Rocha Lima, de 2001.
Mas, embora seja de 2001, traz uma reflexão atualizada. Vejamos:

“O professor José Marques de Melo é o pesquisador brasileiro que mais tem se dedicado à investigação científica sobre Igreja e Meios de Comunicação no Brasil. Com o objetivo inicial de ajudar a Igreja a reconstruir a sua trajetória comunicacional, Marques de Melo acabou por adotar a Comunicação Eclesial como uma linha de reflexão acadêmica. Professor da ECA/USP, diretor da Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo e assessor de Comunicação da CNBB durante vários anos, considera sua atuação na comunicação da Igreja um serviço motivado pelo compromisso cristão. "Como católico, senti a necessidade e o compromisso de ajudar a Igreja a superar alguns bloqueios comunicacionais".

Como o senhor explica sua atuação junto ao setor de Comunicação da Igreja Católica?

Marques de Melo: Eu me considero extremamente gratificado. Fui um dos primeiros leigos a assessorar os bispos na questão da Comunicação e a intervir na Assembléia Geral da CNBB. Meu trabalho limitou-se muito mais a assessorar, fazer pesquisas e críticas.

Como a Igreja acolheu sua atuação?

Marques de Melo: Vivíamos um momento em que os bispos todos tinham uma postura "apocalíptica", quer dizer, crítica, muito pessimista e negativista em relação à mídia. A tendência era sempre considerar a mídia como um mal que deveria ser combatido e dizimado. Então me propus a sensibilizar os bispos e colocá-los em contato com os meios de comunicação para que pudessem entendê-los por dentro e não simplesmente como alguém que vê aquilo e não quer nem tomar conhecimento. De sorte que me considero extremamente gratificado pelo bom acolhimento que recebi e pelo êxito obtido.

Como os bispos reagiram às suas propostas?

Marques de Melo: Vários bispos demonstraram extremo interesse em compreender aquilo que se passava na mídia, tentando entender o que estava por trás das razões que presidiam as estratégias midiáticas. Eu, depois, reconhecia nesses bispos aqueles que não eram preconceituosos com a comunicação. De alguma maneira eles se sensibilizaram.

Isto ajudou a equacionar o problema da formação teórica e a atuação prática dos profissionais da comunicação na Igreja católica?

Marques de Melo: O problema é que os membros da Igreja católica que adquirem competência comunicacional são freqüentemente desviados para outras atividades. Os que, depois do estudo, vão para a prática, em geral, se tornam mais competentes.
Hoje, eu vejo mais competência no trabalho da Igreja católica, exatamente pela atuação desses que fizeram estudos de comunicação. O que falta é mais incentivo e mais centros de treinamento para a comunicação eclesial.

Então, a formação dos religiosos tem surtido resultados práticos em termos de atuação no universo das comunicações?

Marques de Melo: Sem dúvida. Mas persiste o problema de desvio de rota. Precisaria haver um pouco mais de persistência das pessoas que trabalham na comunicação e, ao mesmo tempo, capacidade de avançar no próprio campo da comunicação eclesial.
O locus para isso deveria ser as universidades católicas, mas elas são as que menos se interessam pela comunicação eclesial. Nas católicas, há uma total despreocupação com esta temática. Quando há, é uma preocupação que depende puramente das pessoas que lá estão estudando; não há linhas de pesquisa nem cursos voltados para isso.
O maior volume de conhecimento produzido nesse campo se encontra na USP e na Metodista e não nas PUCs.

O que o senhor diz dos documentos católicos sobre comunicação?

Marques de Melo: São muito mais ideológicos que operativos. Firmam princípios e doutrinas, mas não avançam muito em relação ao modus faciendi. O mais operativo é o Decreto Conciliar Inter Mirifica. Os outros são muito eivados de ideologia. E o problema é que eles fazem uma análise do valor sem entender a essência, sem entender os processos. É preciso que as congregações e instâncias intermediárias troquem esses documentos em miúdos e passem dos princípios à ação.

Que perspectivas as novas gerações católicas de comunicadores e de estudiosos da comunicação deveriam tomar?

Marques de Melo: Entender melhor os meios de comunicação para estar presente neles e para orientar melhor os fiéis para a relação com esses meios.
O que eu percebia nos bispos nos anos sessenta, ainda paira na comunidade eclesial: um sentimento apocalíptico em relação à mídia, vista como o vilão da história. Não compreendem que os meios de comunicação são usados de acordo com a natureza da sociedade e por isso, julgam os meios como se eles fossem sujeitos de processos em que são meros objetos. Onipresença e onipotência são papéis que eles nunca tiveram e nunca vão ter.
Embora não neutros e eivados de valores, os meios de comunicação fazem parte de uma engrenagem maior que é a própria sociedade, a economia, a política e a cultura.

Que formação dar então aos futuros operadores da comunicação?

Marques de Melo: Uma formação de base. Todo e qualquer centro de formação eclesial deveria ter uma disciplina ligada à comunicação e à mídia. Criar uma mentalidade mais profissional no sentido de entender que essas atividades não são improvisadas e, portanto, não são voluntárias. Todos devem contribuir com o trabalho voluntário, mas não se pode apelar prioritariamente para o voluntariado. A comunicação é uma tarefa para profissionais, religiosos ou não.
A Igreja deveria também priorizar a formação de especialistas nos processos de produção. Formar jornalistas, produtores de rádio, televisão, cinema, publicidade e relações públicas que fossem atuar na operação de sistemas midiáticos eclesiais.
Os mestres e doutores muitas vezes não voltam para a produção. Enveredam-se pela pesquisa e o ensino ou são desviados para outras funções e o meio de campo continua descoberto.

Mas o problema crônico da comunicação eclesial é circulação e audiência...

Marques de Melo: Este problema persistirá enquanto não houver um melhor conhecimento dos processos comunicacionais e melhor interação com o universo cultural da audiência. O problema é que a Igreja, muitas vezes, não quer entender a linguagem do povo e, a partir das motivações da audiência, desencadear processos de comunicação. Há padres que escrevem no jornal diário falando uma linguagem cifrada. Talvez só o bispo ou superior dele entenda. O cidadão comum não. Ora, tem que se falar como o próprio cidadão.

O que o senhor diz dos novos comunicadores católicos?

Marques de Melo: Valorizo muito. Esses padres da televisão hoje lembram os Anchietas. A começar por João Paulo II, o papa da comunicação. Desde o início de seu pontificado, tem dado um exemplo de que ele é a própria comunicação. Ele simboliza no mundo inteiro a fé cristã. Transformou-se no meio e na mensagem.
Os comunicadores brasileiros estão ocupando espaço, sobretudo, no chamado mundo do entretenimento.
A Igreja é muito preconceituosa com relação ao entretenimento. A evangelização é evidentemente uma coisa séria, mas nem por isso precisa se dissociar do mundo do entretenimento, pois este é tão válido quanto o mundo da educação, da política e da informação. Se puder evangelizar entretendo, por que não? Vamos colocar o exemplo dos jesuítas. Como é que Anchieta evangelizou os índios por aqui? Com entretenimento.

Mas os padres da televisão são muito criticados...

Marques de Melo: É um problema ideológico e não comunicacional. São criticados por pessoas que acham que esses comunicadores não deveriam evangelizar, mas politizar. Confundem evangelização com politização. São partidários de uma determinada ideologia e gostariam de ver a mensagem deles sendo ali transmitidas.
Do ponto de vista de estratégias comunicacionais, não vejo nenhuma diferença entre João Paulo II e o padre Marcelo, por exemplo.

A mensagem da Igreja cabe nos meios de comunicação coletiva?

Marques de Melo: O que a Igreja tem a dizer cabe em todos os meios e em todos os lugares. O grande problema não é o conteúdo ou a mensagem. É o meio, é a forma, é o formato. Então é preciso adaptar a mensagem ao formato daquele meio, daquela audiência e daquela circunstância histórica. A idéia da propaganda no sentido do convencimento pelos argumentos e pela fé continua válida. Essa é a grande contribuição da Igreja católica: os processos de propaganda.

Encontra-se muita dificuldade em adaptar a mensagem e os mensageiros cristãos a esses novos modos de comunicar, às novas técnicas, às novas atitudes psicológicas...

Marques de Melo: Esses bloqueios se eliminam com a acumulação de conhecimento. A Igreja não faz acumulação de conhecimento em comunicação. Ela deixa isso de lado como se fosse um mal necessário. Mas a comunicação não é um mal necessário. É inevitável. O mundo moderno é o mundo da comunicação e quem não evangeliza através dos meios de comunicação está evangelizando pouco e é uma pessoa fora do seu tempo.
As experiências da Igreja em Comunicação são atomizadas. Experiências que deram certo não são reproduzidas e outras que dão errado continuam sendo reproduzidas porque estão ali. Precisaria, em termos de coordenação, uma atitude mais sistematizadora, alguma coisa como um grande instituto de comunicação eclesial.

A Igreja deve ter meios próprios ou inserir-se nos meios industriais?

Marques de Melo: As duas coisas. Os meios próprios são capazes de manter a comunidade já organizada e estruturada abastecida por informações que ela deseja. E as pessoas emblemáticas da Igreja precisam estar presentes nos grandes meios. Por exemplo, um bispo precisa, pelo menos uma vez por semana, comparecer às páginas dos jornais, examinar a conjuntura de acordo com os postulados da Igreja Católica. Não para fazer proselitismo, mas analisar questões da vida cotidiana à luz dos preceitos evangélicos. É a Igreja como intérprete daquilo que está nos grandes meios. Mesmo diante de uma mensagem cujo signo é anti-evangélico, a Igreja, estando presente nos meios, pode fazer uma reinterpretação daquilo que ali está.

E o problema do financiamento?

Marques de Melo: Comunicação é sinônimo de capitalismo. Sem se aproximar da lógica capitalista é impossível fazer comunicação coletiva. O que não se pode fazer é exigir o lucro pelo lucro, mas pode-se perfeitamente manter uma vigilância constante e se organizar administrativamente através de bens materiais e simbólicos que não são contraditórios com a fé cristã. Há inclusive empresas capitalistas que fazem isso. São capazes de dizer: "isso aqui não entra". O que falta na Igreja é vontade política e competência operacional.”
Fonte: Revista Mundo e Missão, n.53 - junho/2001

domingo, 2 de janeiro de 2011

TV Canção Nova muda Identidade Visual para 2011

30 de dezembro de 2010.
A partir de 2011, a TV Canção Nova inaugura uma nova identidade visual. A pombinha, o violão e a mão que formam o símbolo característico da comunidade católica continuam. A cor dos continentes do globo é que mudou, antes possuía um tom dourado e agora tem um tom azul metálico. A cor dos oceanos do globo também mudou. Confira, abaixo, o antes e o depois.


Você também pode ver, no vídeo abaixo, como vai ser o estilo das vinhetas da TVCN a partir do ano que vem.

                            

Fonte: Blog Mídia Católica (http://midiacatolica.blogspot.com/)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Canção Nova investe nas mídias sociais para evangelizar

29 de dezembro de 2010.
As mídias sociais dominaram o Brasil em 2010. Foram criados blogs e perfis no Twitter e Facebook para promover a solidariedade, como nas chuvas que assolaram o país no começo do ano; investiu-se na rede para alavancar a campanha eleitoral e até mesmo para promover a democracia, exemplo disso foi a mobilização on-line para a aprovação do projeto Ficha Limpa.
Mas e na evangelização? As mídias sociais foram importantes para levar a Palavra de Deus neste ano? Para a superintendente da TV Canção Nova, Ana Paula Guimarães (@paulacancaonova), que começou a usar o Twitter para testemunhar na rede, sim. “O padre Jonas nos ensinou que temos de usar todos os meios para levar Jesus para as pessoas. E eu faço isso com meu Twitter, partilhando meu dia a dia, meus desafios e conquistas”, explica.
E por falar em monsenhor Jonas Abib (@padrejonasabib), até o fundador da Canção Nova ingressou no microblog. Aos 74 anos, o sacerdote criou a conta para partilhar seus ensinamentos com os fiéis que gostam da Canção Nova. Sempre que possível, envia um recado especial e posta fotos e cartas no Twitpic escritas à mão por ele.
Os cofundadores dessa obra, Luzia Santiago (@luziasantiago) e Wellington Silva Jardim (@etocn), também criaram contas no Twitter. Ambos compartilham informações sobre seu dia a dia, links sobre a Igreja e a comunidade católica, agradecem aos sócios e rezam por eles. Luzia, que já assumiu ser uma fã da ferramenta, com frequência posta fotos mostrando sua família e fatos cotidianos.
O missionário Adriano Gonçalves (@adriano_rvj), apresentador do programa jovem “Revolução Jesus” (@revolucaojesus) - exibido todas as quartas-feiras, às 23h, e sextas-feiras, às 20h30, na TV Canção Nova – acredita que as mídias sociais são essenciais na evangelização hoje, principalmente a da juventude. “Na rede, o emissor interage, opina, mostra como a informação que a gente oferece serviu para ele. E isso é ótimo na evangelização, pois os testemunhos arrastam!”.

Novidade no CD 'Som do céu II'

Buscando atingir esse público antenado com as ferramentas virtuais, o músico Brais Oss (@braisoss) criou uma faixa interativa exclusiva para internautas no seu mais novo trabalho, intitulado “Som do céu II”. “Se você tentar ouvir essa faixa no carro, aparelhos de som, não vai funcionar. Ela só funciona no computador! Foi pensada com carinho para os internautas e contém links para mídias sociais, como Facebook, Myspace e meu blog”, conta.
O músico confessa que não tinha habilidade com a internet, mas que viu a necessidade de investir nela durante este ano. “Hoje, a web é a minha principal fonte de evangelização. É uma rede de pescar em águas profundas. A geração Y está em todo lugar, num clique a gente vai ao Japão e volta. Não tem limites, é essencial para levar a Palavra de Deus”, testemunha.

Interatividade com programas da TV

Os programas da TV Canção Nova também investiram em blogs e na interação com o telespectador pelo Twitter. Para a missionária Aline Casassola, responsável pela atualização do Twitter do programa “Sorrindo pra vida” (@sorrindopravida) – exibido de segunda a sexta-feira, às 8h -, a utilização do microblog surtiu resultado satisfatório. “O Twitter é rápido e permite uma interação muito bacana com os telespectadores, pois tiramos dúvidas, rezamos... Além disso, temos um 'feedback' com as pessoas e aumentamos a fidelização com os nossos sócios”.
Segundo Adriano Gonçalves, a colaboração dos internautas com comentários no blog e no Twitter também ajuda nas pautas para o programa “Revolução Jesus”. Recentemente, a atração jovem começou a exibir, ao vivo, os tweets enviados pelos seguidores do perfil. “Essa interação da pessoa enviar sua mensagem e aparecer no vídeo está dando muito certo. Os internautas gostam de partilhar e isso é evangelização”, conclui.
Fonte: Site da Canção Nova/Notícias

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Pesquisa mostra “Natal sem Jesus” na cobertura da mídia secular sobre o Natal

23 de dezembro de 2010.
Apenas 1,3 por cento das histórias das redes ABC, CBS e NBC dos Estados Unidos mencionaram Cristo durante seus telejornais da noite, de acordo com o Instituto de Cultura e Mídia do Centro de Pesquisa de Mídia.
Mais especificamente, das 527 histórias sobre o Natal, Deus ou o nascimento de Jesus Cristo foram mencionados em apenas sete.
Entre 1º de outubro de 2008 e 30 de setembro de 2010, as três redes mencionaram “Deus,” “Jesus,” ou “Cristo” menos do que as vendas no varejo e a possível adição de tênis de mesa dos Jogos Olímpicos de 2012.
Embora o Natal seja comemorado pela maioria dos americanos, as redes negligenciaram quase completamente as histórias sobre família, religião, e as bênçãos que os americanos gozam, revelou o organismo de vigilância.
“A verdadeira mensagem do Natal, o nascimento milagroso de Jesus Cristo, foi simplesmente ignorada pela grande mídia.”
De acordo com as conclusões do centro de pesquisas, 56 por cento de toda a cobertura do Natal foi sobre referências gerais do Natal e 40 por cento da cobertura de Natal ignorou a divindade. Tal cobertura incluiu a árvore de Natal da Casa Branca, e como as tropas estavam passando o feriado.
Erin Brown do Centro de Cultura e Mídia (CMI) comentou: “A falta de foco sobre o verdadeiro significado do Natal, o nascimento de Jesus Cristo, é um comentário triste sobre cultura popular.”
“Quase 80 por cento dos americanos se identificam como Cristãos, portanto, é seguro dizer que eles não são ofendidos por Cristo,” a expressão ‘Deus’ e ‘Jesus.’ “Mas a mídia fez com que Cristo fosse quase tabu na cobertura de notícias da rede,” acrescentou Brown.
Os resultados são baseados na análise do “World News” da ABC, “CBS Evening News” e “NBC Nightly News.” O CMI observou todas as histórias que apareceram durante os três programas de notícias que mencionaram “Natal.”
O CMI recomendou que as redes de mídia incluíssem mais discussão sobre o nascimento de Cristo e o significado do Natal.
Por: Christian Post
Fonte: Site da Comunidade Shalom - Blog Carmadélio

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Natal do Papa poderá ser acompanhado em alta definição pela internet

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 21 de dezembro de 2010 (ZENIT.org) - No Natal deste ano, poderão ser acompanhadas ao vivo e em alta definição as celebrações litúrgicas presididas pelo Papa Bento XVI, graças a uma nova implementação da Rádio Vaticano.
Com o novo serviço, será possível acompanhar a crônica radiofônica em um dos sete idiomas disponíveis para os comentários da Missa do Galo, na sexta-feira, 24 de dezembro, a partir das 22h (hora de Roma); a mensagem de Natal com a bênção Urbi et Orbi de 25 de dezembro, ao meio-dia; e a Missa do Dia Mundial da Paz, em 1º de janeiro, às 10h. Na vigília de 24 de dezembro, também será oferecido o comentário em chinês e, para a celebração de 1º de janeiro, em árabe.
A transmissão poderá ser acompanhada em www.radiovaticano.org, escolhendo a opção "Audio video player", com a qual, além disso, será possível visitar a área "Vatican Tic", que permite visualizar as notícias sobre o calendário das atividades do Santo Padre.
Fonte: Site www.zenit.org

Aplicativo brasileiro transforma iPhone em “Terço virtual”

19 de dezembro de 2010.
Com cerca de 300 mil aplicativos disponíveis na App Store, não é de se espantar a presença de aplicativos religiosos. Depois do See Jesus, que prometia ajudar o usuário a ver Jesus, os adeptos da religião católica que possuem um smartphone da Apple têm à disposição o aplicativo do Terço, disponível na App Store por 2 dólares.
Desenvolvido pelo brasileiro Fred Boratto, o app possui diversas opções para quem quer rezar o Terço ou Rosário no iPhone ou iPod Touch. Além de exibir o conjunto de “contas virtuais”, há outros recursos como sugestões de Mistério do dia, orientações para quem não sabe rezar o Terço e voz que anuncia a próxima oração, entre outros.


O app possui uma variedade grande de configurações disponíveis e imagens de fundo que ilustram a oração. Existem também recursos de orientação que permitem que o aplicativo seja visualizado, tanto em retrato quanto paisagem, e também há uma opção para exibir o texto das orações durante a reza.


Fonte: Site da Comunidade Shalom - Blog Carmadélio

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A História do Natal Digital

A História da Natividade contada de forma digital. Vale a pena conferir.

FELIZ NATAL PARA TODOS OS NOSSOS AMIGOS E AMIGAS !

QUE O MENINO JESUS RENASÇA EM NOSSOS CORAÇÕES TRAZENDO A SUA PAZ A TODOS !


A Internet no Brasil em 2010

15 de dezembro de 2010.
Através de uma pesquisa feita pela F/Nazca e do Ibope Net Rating, Bruno Cardoso do Blog O Jornalista criou esse infográfico bastante interessante sobre a internet no Brasil em 2010. Confira abaixo:




Fonte: Blog publicitariosfc.blogspot.com

Comunicações do site Wikileaks sobre o Vaticano não revelam nenhuma novidade, afirmam analistas

ROMA, 14 de dezembro de 2010 (ACI)
Uma série de importantes peritos italianos explicaram que os 852 cabos do site Wikileaks sobre o Vaticano "não revelam nada novo". O anúncio foi feito diante das tentativas de alguns setores da imprensa por demonstrar o contrário.
O diretor do jornal L’Osservatore Romano, Giovanni Maria Vian, declarou em uma entrevista concedida ao jornal italiano La Stampa, que os documentos "roubados não revelam absolutamente nada".
"Se algo demonstram as comunicações é a escassa iniciativa de parte de quem os tenha redigido e mostram, por outro lado, um zelo excessivo para dar opiniões que circulam em distintos ambientes, especialmente de jornalistas italianos".
Por sua parte, o vaticanista Andrea Tornielli toma emprestadas umas declarações daquele que fora Secretário de estado Vaticano durante o pontificado de Juan XXIII, o Cardeal italiano Domenico Tardini, para descrever o estado do ambiente diplomático.
Quando lhe disseram que o corpo diplomático da Santa Sé era o melhor do mundo, respondeu ironicamente: "O nosso é o melhor? Imagine o resto".
Tornielli assinala no seu blog do diário italiano Il Giornale que devido ao "realismo" desta afirmação do falecido Cardeal esta "parece mais verdadeira nestes dias de total imersão nas comunicações do Wikileaks".
Para este vaticanista os documentos filtrados dão pouca luz sobre a diplomacia vaticana, mas sim dizem muito sobre a estupidez diplomática dos Estados Unidos, que "fracassou sensacionalmente" ao permitir que estas comunicações privadas se fizessem públicas.
Tornielli reitera, como Vian, que não há "revelações" nos documentos já que a informação divulgada já era sabida "nos jornais e blogs do mundo inteiro".
Um destes documentos descreve ao atual Secretário de estado Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, como um "homem que diz sim", que não contradiz o Papa nem questiona as políticas da Igreja.
Diante desta afirmação, o Cardeal disse à agência italiana Adkronos que "estou orgulhoso de ser descrito como um ‘homem que diz sim’, dado que esta colorida descrição reflete verdadeiramente meu apoio ao trabalho pastoral do Papa".
Por sua parte o vaticanista e escritor italiano Vittorio Messori, assinala no site labussolaquotidiana.it que muito dos conteúdos dos documentos mostram "diálogos, conversas com alguns jornalistas para falar sem relevância particular, um pouco de intriga".
Messori, que entrevistou o Papa João Paulo II e ao então Cardeal Ratzinger para logo publicar os conhecidos livros "Cruzando o limiar da esperança" e "Relatório sobre a Fé" respectivamente, comenta ademais que nestes documentos se pode apreciar "uma pérola".
Em uma mensagem antes da viagem do Papa à Terra Santa em 2009, um diplomata escreve: "O Papa às vezes irrita políticos e jornalistas fazendo o que acha que é melhor para a Igreja, como acolher os lefebvristas ou considerar a canonização de Pio XII".
Messori assinala que quem escreveu esse documento "não poderia imaginar melhor elogio ou alento para um Bispo de Roma que ressaltar que faz o que considera ser o seu dever pelo bem da Igreja".
Fonte: Site www.acidigital.com

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Infográfico: Acesso das mídias sociais no mundo. Só cresce!

Um relatório da Nielsen Wire mostra o acesso as mídias sociais no mundo. Segundo os dados, o Brasil é TOP neste ranking. Confira no infográfico os 10 pontos que se destacaram.



Fonte: Site HSM.com.br

Movimentos juvenis se unem para construção de novo site

Ponto de encontro virtual dos jovens de diversos movimentos, comunidades e carismas da Igreja   Católica, o site “Jovens Conectados"  (http://www.jovensconectados.org.br/) é um dos frutos concretos do 1º Encontro Nacional de Movimentos Juvenis (ENMJ) realizado no último fim de semana no Centro Mariápolis Ginetta, em Vargem Grande Paulista (SP).
“É um site super bacana, que foi lançado durante o encontro, e que visa divulgar todos os trabalhos dos grupos, movimentos, pastorais e novas comunidades que acontecem em todo o Brasil, voltados para a juventude”, explica o jovem do Movimento dos Focolares Charles Iury Martins.
A interatividade entre os jovens dos diversos grupos é uma das características mais interessantes desse novo site. Por meio de um login, eles podem enviar notícias de encontros, atividades e experiências ao Setor da Juventude, que é responsável pela mediação.
“A juventude é o presente de Deus para a humanidade e a Igreja”, ressaltou o Bispo Referencial do Setor Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Eduardo Pinheiro, que convidou os jovens a assumir seu papel de discípulo e missionário. “Vocês têm o papel de evangelizar outros jovens. Tenham coragem e fé para anunciar e sejam verdadeiros líderes”, frizou o bispo.
No “Jovens Conectados” já estão presentes alguns vídeos e imagens, inclusive do encontro, entre outros arquivos para download como documentos da CNBB e papéis de parede. O “Jovens Conectados” também podem ser seguido pelo twitter e Facebook. “Vamos movimentar o site e dar a nossa contribuição desde já para a Evangelização da Juventude”, enfatiza Iury.
“Esse site é nosso, um ponto de encontro entre todos os movimentos. Vamos deixá-lo com a 'nossa cara' jovem, completa a jovem Jôyce Maciel.
Para Dom Eduardo, são os jovens que devem preparar o caminho do Senhor para os outros jovens. “A conversão deles depende do trabalho que cada um de vocês desenvolverão em vossas pastorais, movimentos, novas comunidades, para trazê-los para o seio da Igreja", exortou Dom Eduardo durante o encontro.
Os quase 300 jovens, de 28 expressões juvenis presentes no encontro, receberam a cruz de um dos coordenadores da delegação oficial do Brasil para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que acontecerá em agosto de 2011, em Madri, Espanha. “Esse símbolo é um sinal pelo trabalho que vocês desempenharão na Jornada Mundial da Juventude em 2011”, disse padre Sávio aos jovens.

Revolução Jesus

O quarto bloco do programa “Revolução Jesus” desta quarta-feira, 8, será dedicado ao 1º Encontro Nacional de Movimentos Juvenis. Adriano Gonçalves mostra os momentos de profundidade espiritual, impressões e discussões, além da apresentação do Documento 85 da CNBB “Evangelização da juventude: desafios e perspectivas pastorais”.
Fonte: Site da Canção Nova (Notícias)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Hoje é dia histórico para mídia católica no Brasil, diz Dom Orani

Curitiba, 02 de dezembro de 2010.
"Nós estamos vivendo um momento muito importante para a mídia católica no Brasil", destacou o presidente da Comissão Episcopal para Comunicação Social e arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta.
Foi aprovado nesta quinta-feira, 2, no encontro que reúne representantes das Rádios Católicas de todo o Brasil, em Curitiba (PR), o estatuto da Signis Brasil. Sendo assim, a partir desta data, a União de Radiodifusão Católica (UNDA) se torna a Associação Católica Mundial para Comunicação (Signis), e irá reunir todos os meios de comunicação.
Dom Orani ressalta que, já há alguns anos, se buscou essa mudança, pois a Signis Mundial está diretamente ligada ao Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais e reúne todas as mídias católicas no mundo inteiro. "E no Brasil estava faltando essa filial", destaca o arcebispo que explica que a UNDA já não existe mais em nível mundial.
Será uma instituição com "um rosto próprio do Brasil", explica Dom Orani, onde haverá uma diretoria global e departamentos para cada mídia. "A Signis vai congregar a antiga OCIC (de cinema), a UNDA (da Rádio), a RCI (de imprensa) e, um sonho muito antigo, vai unir os portais da internet, que terão ali seu foro de ligação".
O arcebispo ressalta que não se trata de uma unificação das mídias, "mas unidade de trabalho na diversidade de cada dom e carisma dos grupos de comunicação aqui no Brasil".
"Este é um passo importante para a mídia católica no país ter seu lugar de encontro, de debate, sua associação", concluiu Dom Orani.
Por Kelen Galvan
Fonte: Site da Canção Nova

Eleitas novas diretorias da Signis e Rede Católica de Rádio

Curitiba, 02 de dezembro de 2010.
Na tarde desta quinta-feira, 2, no terceiro dia XII Assembleia Geral da UNDA Brasil e da VI Assembleia da Rede Católica de Rádio (RCR), que acontecem em Curitiba (PR), foram eleitos os membros das novas Diretorias das instituições.
A eleição que definiu os novos representantes da Unda, que passa a se chamar Associação Católica Mundial para Comunicação – Signis-Brasil - teve início às 15 horas.


Foram eleitos:

Presidente: Ir. Helena Corazza (Paulinas)
Vice presidente: Padre César Moreira (TV Aparecida)
Secretário: Antônio Celso Pinelli (Rádio Aparecida)
Tesoureiro: Padre André Lima (Rádio Nova Aliança)

Posteriormente os membros do Conselho Deliberativo da RCR elegeram a nova diretoria da organização que reúne as rádios do Brasil.

Foram eleitos:

Presidente: Frei João Carlos Romanini (Rede Sul)
1o vice presidente: Angela de Morais (Rádio Imaculada Conceição)
2o vice presidente: Diego Joaquim Pereira (Rádio Difusora de Goiânia)

A nova diretora da Signis, Irmã Helena Corazza agradeceu a confiança de todos e remeteu-se ao presidente da Comissão Episcopal para a Cultura, Educação e Comunicação da CNBB, Dom Orani João Tempesta: “Desde que conheci Dom Orani, em 98, no Muticom de BH, sempre trabalhamos com a comunicação que promovesse a comunhão. É isto que pede a Signis-Brasil”.

Dom Orani dirigiu palavras de gratidão ao até então diretor da Unda Brasil, Irmão Lauro Pazeto: “Ele foi a alma desta mudança, deste passo. A comunicação no Brasil cresceu e necessitávamos um passo a mais já que a Signis dá abertura a todas as mídias. A nova Diretoria da Signis está entregue em boas mãos, pessoas que conhecem Igreja e a comunicação da Igreja. O próprio advento nos propõe esperança e confiança”. O bispo assinalou ainda, que a Signis pode contar com a interlocução da CNBB”.

O novo diretor da RCR considerou: “Estamos continuando um novo processo. A história da RCR teve um primeiro momento de criação, com o advento do satélite. Hoje, somos a nova geração da RCR aonde que o fenômeno midiático exige novo olhar do rádio na internet da internet no rádio. O grande desafio é descobrir o fenômeno das novas mídias. Não queremos ser concorrentes da Signis, mas somar no foco da evangelização e na missão da Igreja”. Convoco rádios do Brasil a se integrarem às duas instituições. Este momento histórico precisa de releitura, de gente que entenda este novo fenômeno da comunicação”.

Posteriormente, Dom Orani celebrou Missa na qual os novos Diretores foram oficialmente apresentados.

Nesta sexta-feira, no encerramento, haverá apresentação do projeto do Portal de Conteúdos da RCR e de novos planos e estratégias para as organizações de comunicação no Brasil.
Por Danusa Rego
Fonte: Site da Canção Nova

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Comunicação e Comunhão é tema de encontro de organizações católicas

Curitiba, 30 de novembro de 2010.
Na noite desta terça-feira, 30, teve início, em Curitiba, a XIIª Assembleia Geral da Unda Brasil e a VIª Assembleia da Rede Católica de Rádio (RCR) com tema “Comunhão e Comunicação”.
Na solenidade de abertura do evento, compuseram a mesa o vice presidente da Signis Mundial, Gustavo Andújar, a assessora do Setor de Comunicação Social da CNBB, irmã Élide Fogolari, produtor da Rede Nazaré de Comunicação, Marcos Valério, representando todas as mídias católicas, o presidente da Unda Brasil, Irmão Lauro Pazeto e a presidente da RCR, Irmã Helena Corazza. Participaram do momento, 60 representantes dos meios de comunicação social de inspiração católica do Brasil.
“É um momento importante para todos nós que fazemos parte desta caminhada de evangelização. Todos nós, como discípulos e missionários, estamos aqui porque fomos convocados e fomos chamados a viver intensos dias de comunicação e comunhão”, considerou Irmã Helena.
Felicitando os presentes, Gustavo Andújar elogiou o Brasil pela iniciativa de promover a assembleia e afirmou: “O Brasil é uma potência e exemplo de comunicação católica para o mundo. Estou aqui para que sintam que podem contar em tudo com Signis Mundial. Contem com nosso apoio”.
Irmã Élide, transmitiu aos participantes palavras do presidente da Comissão Episcopal para a Cultura, Educação e Comunicação da CNBB, Dom Orani João Tempesta: “Bom início a todos nesta Assembleia Histórica”. A assessora acrescentou: “Esta assembleia sinaliza um passo importante para a Igreja no Brasil, tão esperado e desejado no sentido de favorecer e fortalecer todas as organizações que representam os meios de comunicação”.
“Estes encontros superam o que meios nos proporcionam. Nos deslocamentos e há muito o que podemos ver e ouvir. Fazemos mais do que manipular instrumentos, nossos meios de comunicação tem sabido se colocar a serviço do bem comum. Se a Unda conseguiu criar o que temos, imagine o potencial da Signis para a criação de múltiplas redes”, destacou irmão Lauro.
Em seguida, os presentes tiveram a oportunidade de participar de um coquetel com música instrumental ao vivo. O encerramento do evento está previsto para sexta-feira, 3 de dezembro, ao meio dia.

Promovido pela Rede Católica de Rádio (RCR), a União de Radiodifusão Católica (Unda) do Brasil e a Associação Católica Mundial para Comunicação (Signis), destaque para as presenças do vice-presidente da Signis Mundial, Gustavo Andújar, do assistente da Secretaria Geral da Signis, Ricardo Yañez e do diretor do Signis Services Rome, Padre Bernardo Suate, além de representantes das 120 rádios que compõem a RCR.
O objetivo principal do encontro, de acordo com os organizadores, é realizar a comunhão entre as emissoras para partilhar e colocar em comum o ideal evangelizador, a partir da realidade de cada rádio local com respeito às características particulares de cada região do Brasil.
“É algo que temos esperado há tempos e com muita ansiedade. Este encontro contribuirá para a Signis Brasil e no mundo, em particular para o continente latino-americano”, afirma Padre Bernardo.
Gustavo Andújar explica que a Signis é mais do que uma organização, mas uma rede de comunicadores e que promover este encontro no Brasil é de fundamental relevância: “Contar com a realidade brasileira nesta rede é extremamente importante. Isto enriquecerá e muito a Rede Católica Mundial de Comunicadores”.
Na Assembleia, haverá o lançamento do Portal da RCR, projeto que objetiva atender as emissoras afiliadas e fortalecer a unidade como emissoras católicas. Ainda durante o evento serão eleitos os novos membros da diretoria das instituições.
A programação da Assembleia incluirá aprofundamento de temas ligados à radiodifusão e dois dias dedicados ao cumprimento das obrigações estatutárias das entidades, além de debates e deliberações que tem o objetivo de atender a outros segmentos de comunicação e escolher novas diretorias.

Unda/ Signis Brasil

Trata-se de uma associação que reúne profissionais e de emissoras de rádio e televisão de orientação católica que abrange, ainda, outros meios de comunicação social. É um organismo da Igreja Católica Apostólica Romana ligada ao Pontifício Conselho para os Meios de Comunicação.
Recentemente, a Unda do Brasil transformou-se em Signis. O termo “Signis” é resultado da fusão de duas palavras de origem latinas: signo + ignis. Hoje abriga também a Organização Católica Internacional do Cinema (OCIC). Tem sua sede oficial em Bruxelas, Bélgica, e reúne associações continentais e nacionais.

Rede católica de Rádio

A Rede Católica de Rádio é a reunião de emissoras para operação via satélite digital. Trata-se de uma associação com fins também comerciais cujo objetivo geral é o de formar uma rede diferenciada (porque não reúne só rádios, mas geradoras) com programação aberta, variada e abrangente. É composta por 120 rádios de inspiração católica.
Fonte: Site da Canção Nova Notícias

sábado, 20 de novembro de 2010

Signis reunirá segmentos de comunicação do Brasil

Rio, 19 de novembro de 2010.
Depois de três anos de preparação, será constituída, no Brasil, no próximo dia 30 de novembro, em Curitiba (PR), uma representação da Signis (em português: sinal), com a finalidade de reunir em uma única estrutura todos os segmentos de comunicação ligados à Igreja Católica, como rádio, TV, meio impresso, cinema, portais de internet e novas tecnologias.
A Signis (Associação Católica para a Comunicação) é um organismo internacional, de caráter católico, com associados em 140 países. Funcionando desde 2001, está unida ao Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais.
A criação da Signis-Brasil foi articulada pelo Arcebispo do Rio e presidente da Comissão Episcopal para a Cultura, Educação e Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Orani João Tempesta.
- No contexto contemporâneo da “convergência”, a Signis Brasil terá papel fundamental no diálogo entre Igreja e sociedade, pois ao valorizar a diversidade, atingirá públicos diferentes. Faz parte dos seus princípios a constituição de uma comunidade de comunicadores, com o propósito de ser ponte entre comunicadores católicos e profissionais dos meios de comunicação, afirmou.
O primeiro passo para a implantação da Signis no Brasil aconteceu em Curitiba, no período de 20 a 23 de novembro de 2007, quando a União de Radiodifusão Católica (Unda) aceitou a mudança de seu estatuto e a união da Organização Católica Internacional de Cinema (Ocic), deixando aberta a possibilidade de filiação dos demais meios de comunicação.
A constituição da Signis-Brasil acontecerá por ocasião da 12ª Assembleia da UNDA, e paralelamente à 6ª Assembleia da Rede Católica de Rádio (RCR).
Criada há 34 anos, a Unda Brasil reúne 198 emissoras católicas das cerca de 230 existentes. Já a Rede Católica de Rádios (RCR), fundada há 17 anos, se destaca pelo jornalismo transmitido em cadeia por 90 emissoras, além de outras atividades.
Fonte: Site da Arquidiocese do Rio de Janeiro (www.arquidiocese.org.br)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Igreja Católica é 2ª Instituição mais confiável no Brasil, indica estudo

São Paulo, 18 de novembro de 2010.
A Igreja Católica ocupa a 2ª posição no ranking de confiança da população brasileira nas instituições. O número faz parte do Índice de Confiança na Justiça (ICJ Brasil), produzido pela Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas em São Paulo (Direito GV), referente ao 3º trimestre do ano (jul-set).
Segundo a pesquisa espontânea, 54% das pessoas entrevistadas consideraram a Igreja uma instituição confiável, atrás apenas das Forças Armadas, que obteve 66% de confiabilidade.
No 2º trimestre (abr-jun), a Igreja ocupava a sétima posição, com 34%.
O Judiciário ficou empatado com a polícia (33%) e à frente apenas do Congresso (20%) e dos partidos políticos (8%).
Acesse: Relatório ICJ Brasil 3º tri/2010

O ICJ Brasil

O Índice de Confiança na Justiça brasileira – ICJBrasil – é um levantamento estatístico de natureza qualitativa, realizado em sete estados brasileiros, com base em amostra representativa da população. O seu objetivo é acompanhar de forma sistemática o sentimento da população em relação ao Judiciário brasileiro.
Retratar a confiança do cidadão em uma instituição significa identificar se o cidadão acredita que essa instituição cumpre a sua função com qualidade, se faz isso de forma em que benefícios de sua atuação sejam maiores que os seus custos e se essa instituição é levada em conta no dia-a-dia do cidadão comum. Nesse sentido, o ICJBrasil é composto por dois subíndices: (i) um subíndice de percepção, pelo qual é medida a opinião da população sobre a Justiça e a forma como ela presta o serviço público; e (ii) um subíndice de comportamento, pelo qual procuramos identificar se a população recorre ao Judiciário para solucionar determinados conflitos.
Sob a coordenação da Prof. Luciana Gross Cunha, o ICJBrasil é publicado trimestralmente por meio dos seus relatórios, pela DIREITO GV.
Fonte: Site da Canção Nova