INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

Olá amigos,

Esse blog é um espaço para a divulgação de notícias de uma forma geral envolvendo todo tipo de matéria sobre a comunicação e marketing católico.

Nos propomos a pesquisar tudo o que existe de matérias sobre a comunicação e marketing católico na web e em outras fontes de comunicação, concentrando-as nessa ferramenta que agora estamos disponibilizando, de forma a facilitar a pesquisa e coleta de informações pelas PASCOM de todas as Paróquias espalhadas pelo Brasil afora. Será também um espaço para divulgação de notícias das próprias PASCOM.

Dessa forma, esperamos que seja um meio onde se poderá encontrar, num só lugar, qualquer matéria publicada que envolva a comunicação e marketing dentro da nossa querida Igreja Católica.

Ajude-nos informando sobre suas atividades, eventos, seminários, encontros, retiros etc, que envolvam os meios de comunicação dentro da sua Paróquia, Vicariato ou Diocese.

Vamos à luta, com a graça de Deus e a força do Espírito Santo, pois COMUNICAÇÃO É EVANGELIZAÇÃO !

Por: José Vicente Ucha Campos

Contato:
jvucampos@gmail.com

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

EVANGELIZAÇÃO ONLINE

O uso das redes sociais como ponto de encontro e de anúncio de Jesus
 
 
 
Sabemos que o sucesso das redes sociais se deve a um fator decisivo: elas facilitaram as relações interpessoais. Foi no começo da primeira década do terceiro milênio que a massificação das tecnologias da comunicação e da informação se globalizou. Em pouco menos de dez anos, aconteceu uma verdadeira revolução, que não foi apenas tecnológica, mas também antropológica.
O homem de hoje pensa, vive e sente com a internet. O digital não é uma simples extensão da própria existência, mas uma parte integrante da vida, o que se reflete na “hiperconexão” de milhões de pessoas em todo lugar e a qualquer momento. Paradoxalmente, a finalidade de relação passou a ser um fator secundário.
Como é que a evangelização entra neste complexo mundo digital? E mais: como entender a evangelização num contexto existencial como o de hoje? Há quem aposte em “habitar a rede” e possibilitar, a partir dela, uma aproximação das pessoas que não conhecem Deus, não acreditam nele ou deixaram de acreditar. Se este objetivo levar a outro mais profundo (o encontro pessoal com Deus) e houver não apenas boas intenções, mas a formação e a criatividade necessárias, isso é ótimo.
Assim como milhares de missionários partiram um dia para anunciar a mensagem de Jesus em novas terras e em novos continentes, assim também os missionários da web desembarcam no continente digital para repropor a mesma mensagem. E a experiência e as lições daqueles evangelizadores podem servir para o presente.
Em primeiro lugar, os missionários transmitiam a palavra de Deus, não a deles mesmos. Eram intermediários entre Deus e os homens e, em consequência, conduziam as pessoas ao fim que era Deus, não a si próprios. Existe hoje a tentação de se colocar no centro da mensagem e acabar desviando a atenção do fim verdadeiro.
Os missionários eram enviados: o impulso vinha de Deus e, como dizia São Paulo, “Ai de mim se não pregar o Evangelho!”. Mas também é verdade que o envio imediato era feito por uma autoridade eclesiástica, que avalizava o trabalho apostólico. Isto continua sendo verdade hoje. A evangelização online exige a boa intenção, mas também a adequada preparação e, na medida do possível, o respaldo ao menos do próprio pároco ou de algum representante eclesiástico que acompanhe e oriente o nosso trabalho.
Os missionários de antigamente aprendiam a língua dos nativos. Os nativos digitais também têm a sua linguagem própria: mais visual, interativa, intuitiva, multimídia. São elementos que o missionário não só precisa conhecer, mas dominar, para falar ao homem contemporâneo de um jeito que ele entenda.
Ao chegar à nova terra, os missionários também sabiam identificar as coisas boas da cultura local. Devemos fazer o mesmo: não quebrar a cabeça pensando em milhares de táticas novas; podemos aproveitar o que já existe, purificando-o, se necessário, e elevando-o.
Finalmente, o sucesso pastoral de muitos missionários não vinha da quantidade de coisas que eles faziam, mas do testemunho de vida santa que eles davam. Se as atividades eram muitas, era porque vinham do conselho que Deus lhes dava na oração. E isso as pessoas notavam, sentindo-se interpeladas a conhecer o Deus com quem o missionário se comunicava. Isto permanece válido: falar primeiro com Deus e depois falar dele para os outros. Os homens de hoje não escutam os mestres, e sim as testemunhas. E, se escutam os mestres, é porque eles são testemunhas.
Em suma, trata-se do desafio de levar as almas ao contato direto com Deus e devolver às redes sociais o seu fator de sucesso. O “grande encontro” passa pelos pequenos encontros que os missionários são chamados a possibilitar na conexão com Deus fora do ambiente digital.
Autor: Jorge Mújica
Fonte: ComShalom/Blog Carmadélio

domingo, 23 de fevereiro de 2014

A NOVA CULTURA TECNOLÓGICA TEM RISCOS

A nova cultura tecnológica pode levar a um excessivo estado de distração e à confusão dos limites da realidade e da fantasia.
Isso é característica das crianças!
 
 
 
No dia 17 de fevereiro de 2014, Dom Roberto Francisco Ferrería Paz empossou a nova diretoria do Seminário Maria Imaculada, na diocese de Campos dos Goytacazes, RJ. A cerimônia ocorreu dentro de uma celebração eucarística na Igreja de Santa Teresinha, concelebrada pelo bispo emérito de Campos, dom Roberto Gomes Guimarães, diversos padres da diocese e teve a participação de diversos fiéis leigos da diocese.
A nova equipe de formação é formada pelo pe. João Genes Rodrigues, reitor do Seminário; pe. Elênio de Barros Abreu, vice-reitor e pe. Fábio de Melo Ferreira, diretor espiritual. Depois da celebração o pe. Anderson Alves, também colaborador de ZENIT, ministrou a aula inaugural sobre o tema: “A educação em tempos de fragmentação do pensamento e relativismo”.
A aula tratou em primeiro lugar o pensamento débil, que até pouco tempo era teorizado em alguns âmbitos universitários, e agora se torna comum na atual cultura tecnológica. Atualmente estamos imersos numa cultura onde o pensamento aparece de forma fragmentada, em pequenas frases, vídeos, músicas, tudo com um grande apelo sentimental e pouca profundidade. Nas Universidades os jovens não conseguem dificilmente acompanhar uma aula inteira. Distraem-se facilmente e julgam um pensamento ou um autor simplesmente dizendo “curto, ou não curto” como fazem em Facebook. E para os professores prenderem a atenção dos alunos devem mostrar filmes, imagens, gráficos, etc., ou seja, praticamente precisam dar um show.
«Não querendo negar a importância das novas tecnologias, não é possível ignorar os seus riscos. De fato, a nova cultura tecnológica pode levar a um excessivo estado de distração, a uma acentuação do sentimentalismo e à confusão dos limites da realidade e da fantasia. Tudo isso é característica das crianças. E muitas pessoas nos nossos dias não querem crescer, tornando-se um adulto responsável», afirmou o sacerdote da diocese de Petrópolis.
O pe. Anderson alertou que no ambiente atual ocorre uma séria crise educativa, com o desaparecimento de um pensamento estruturado e profundo e a exacerbação de uma cultura superficial, sentimental e pouco responsável, que tende a gerar uma fuga das responsabilidades a ponto de se perguntar se não estamos assistindo a um verdadeiro processo de extinção da vida adulta.
Posteriormente foi tratado o tema da “ditadura do relativismo”, expressão frequente em Bento XVI e que está na base da escolha do nome de “Francisco” pelo então cardeal Bergoglio, como foi afirmado por ele na audiência ao corpo diplomático de 22/03/2013. De fato, ele disse que a escolha desse nome se deve ao amor daquele grande santo pelos pobres, e a pobreza pode ser tanto a material quanto a espiritual. Essa última se expande em todo o mundo ocidental, inclusive entre as pessoas ricas, e consiste na sedução da “ditadura do relativismo”.
Para o Papa Francisco a Igreja deve combater a pobreza, tanto com a ajuda material aos mais necessitados quanto com uma educação que afirme o bem da verdade e supere o relativismo. Sem isso, não é possível autêntico diálogo e nem mesmo construir uma cultura de paz. A paz é obra da justiça e se funda na verdade.
Mas a verdade não é um sistema fechado e autoritário. É sim uma luz que se manifesta em algo misterioso: o rosto das pessoas, especialmente no rosto de Cristo. A dita luz ilumina a vida, abrindo nossas mentes e corações ao mistério de Deus, e não fechando as pessoas em si mesmas. Esse conhecimento gera amor, o qual é o princípio de toda ética social.
«O amor supõe a afirmação do outro e o movimento em direção a ele. O relativismo, por outro lado, é fruto do egoísmo. É o isolar-se do “eu” em si mesmo. De fato, somente um “eu” fechado pode negar a evidência do mundo externo, de Deus, dos outros e a possibilidade de se conhecer e amar a verdade da realidade. O relativista nega a verdade e a bondade de todas as coisas e como consequência disso, tudo se torna indiferente. O amor se torna supérfluo e a vida, um absurdo. Porém, o relativista é um ser essencialmente contraditório. Porque antes de relativizar o ser, a verdade e o bem, absolutizou a si mesmo, ou seja, o próprio “eu” com todos os seus anseios», disse o pe. Anderson na sua aula.
 
Fonte: Blog Carmadélio

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

CULTURA DO ENCONTRO

A Cultura do Encontro é tema da mensagem para o Dia Mundial das Comunicações 2014, divulgada nesta quinta-feira, dia 23 de janeiro de 2014
 
Foi divulgada nesta quinta-feira, dia 23 de janeiro, a mensagem do Papa Francisco para o 48º Dia Mundial das Comunicações Sociais. Por tradição, a mensagem é divulgada pela Igreja Católica no dia ou na véspera da comemoração litúrgica de São Francisco de Sales, patrono dos escritores e jornalistas, comemorado em 24 de janeiro. Este ano, o Dia Mundial das Comunicações Sociais será em 1º de Junho e terá como tema "Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro".

Leia a  íntegra:
 
MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA O XLVIII DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
 
«Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro»
 
[Domingo, 1 de Junho de 2014]
 
Queridos irmãos e irmãs,
Hoje vivemos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Frequentemente, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas. Estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas económicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas.
Neste mundo, os mass-media podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para uma vida mais digna. Uma boa comunicação ajuda-nos a estar mais perto e a conhecer-nos melhor entre nós, a ser mais unidos. Os muros que nos dividem só podem ser superados, se estivermos prontos a ouvir e a aprender uns dos outros. Precisamos de harmonizar as diferenças por meio de formas de diálogo, que nos permitam crescer na compreensão e no respeito. A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros. Os mass-media podem ajudar-nos nisso, especialmente nos nossos dias em que as redes da comunicação humana atingiram progressos sem precedentes. Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus.
No entanto, existem aspectos problemáticos: a velocidade da informação supera a nossa capacidade de reflexão e discernimento, e não permite uma expressão equilibrada e correcta de si mesmo. A variedade das opiniões expressas pode ser sentida como riqueza, mas é possível também fechar-se numa esfera de informações que correspondem apenas às nossas expectativas e às nossas ideias, ou mesmo a determinados interesses políticos e económicos. O ambiente de comunicação pode ajudar-nos a crescer ou, pelo contrário, desorientar-nos. O desejo de conexão digital pode acabar por nos isolar do nosso próximo, de quem está mais perto de nós. Sem esquecer que a pessoa que, pelas mais diversas razões, não tem acesso aos meios de comunicação social corre o risco de ser excluído.
Estes limites são reais, mas não justificam uma rejeição dos mass-media; antes, recordam-nos que, em última análise, a comunicação é uma conquista mais humana que tecnológica. Portanto haverá alguma coisa, no ambiente digital, que nos ajuda a crescer em humanidade e na compreensão recíproca? Devemos, por exemplo, recuperar um certo sentido de pausa e calma. Isto requer tempo e capacidade de fazer silêncio para escutar. Temos necessidade também de ser pacientes, se quisermos compreender aqueles que são diferentes de nós: uma pessoa expressa-se plenamente a si mesma, não quando é simplesmente tolerada, mas quando sabe que é verdadeiramente acolhida. Se estamos verdadeiramente desejosos de escutar os outros, então aprenderemos a ver o mundo com olhos diferentes e a apreciar a experiência humana tal como se manifesta nas várias culturas e tradições. Entretanto saberemos apreciar melhor também os grandes valores inspirados pelo Cristianismo, como, por exemplo, a visão do ser humano como pessoa, o matrimónio e a família, a distinção entre esfera religiosa e esfera política, os princípios de solidariedade e subsidiariedade, entre outros.
Então, como pode a comunicação estar ao serviço de uma autêntica cultura do encontro? E – para nós, discípulos do Senhor – que significa, segundo o Evangelho, encontrar uma pessoa? Como é possível, apesar de todas as nossas limitações e pecados, ser verdadeiramente próximo aos outros? Estas perguntas resumem-se naquela que, um dia, um escriba – isto é, um comunicador – pôs a Jesus: «E quem é o meu próximo?» (Lc 10, 29 ). Esta pergunta ajuda-nos a compreender a comunicação em termos de proximidade. Poderíamos traduzi-la assim: Como se manifesta a «proximidade» no uso dos meios de comunicação e no novo ambiente criado pelas tecnologias digitais? Encontro resposta na parábola do bom samaritano, que é também uma parábola do comunicador. Na realidade, quem comunica faz-se próximo. E o bom samaritano não só se faz próximo, mas cuida do homem que encontra quase morto ao lado da estrada. Jesus inverte a perspectiva: não se trata de reconhecer o outro como um meu semelhante, mas da minha capacidade para me fazer semelhante ao outro. Por isso, comunicar significa tomar consciência de que somos humanos, filhos de Deus. Apraz-me definir este poder da comunicação como «proximidade».
Quando a comunicação tem como fim predominante induzir ao consumo ou à manipulação das pessoas, encontramo-nos perante uma agressão violenta como a que sofreu o homem espancado pelos assaltantes e abandonado na estrada, como lemos na parábola. Naquele homem, o levita e o sacerdote não vêem um seu próximo, mas um estranho de quem era melhor manter a distância. Naquele tempo, eram condicionados pelas regras da pureza ritual. Hoje, corremos o risco de que alguns mass-media nos condicionem até ao ponto de fazer-nos ignorar o nosso próximo real.
Não basta circular pelas «estradas» digitais, isto é, simplesmente estar conectados: é necessário que a conexão seja acompanhada pelo encontro verdadeiro. Não podemos viver sozinhos, fechados em nós mesmos. Precisamos de amar e ser amados. Precisamos de ternura. Não são as estratégias comunicativas que garantem a beleza, a bondade e a verdade da comunicação. O próprio mundo dos mass-media não pode alhear-se da solicitude pela humanidade, chamado como é a exprimir ternura. A rede digital pode ser um lugar rico de humanidade: não uma rede de fios, mas de pessoas humanas. A neutralidade dos mass-media é só aparente: só pode constituir um ponto de referimento quem comunica colocando-se a si mesmo em jogo. O envolvimento pessoal é a própria raiz da fiabilidade dum comunicador. É por isso mesmo que o testemunho cristão pode, graças à rede, alcançar as periferias existenciais.
Tenho-o repetido já diversas vezes: entre uma Igreja acidentada que sai pela estrada e uma Igreja doente de auto-referencialidade, não hesito em preferir a primeira. E quando falo de estrada penso nas estradas do mundo onde as pessoas vivem: é lá que as podemos, efectiva e afectivamente, alcançar. Entre estas estradas estão também as digitais, congestionadas de humanidade, muitas vezes ferida: homens e mulheres que procuram uma salvação ou uma esperança. Também graças à rede, pode a mensagem cristã viajar «até aos confins do mundo» (Act 1, 8). Abrir as portas das igrejas significa também abri-las no ambiente digital, seja para que as pessoas entrem, independentemente da condição de vida em que se encontrem, seja para que o Evangelho possa cruzar o limiar do templo e sair ao encontro de todos. Somos chamados a testemunhar uma Igreja que seja casa de todos. Seremos nós capazes de comunicar o rosto duma Igreja assim? A comunicação concorre para dar forma à vocação missionária de toda a Igreja, e as redes sociais são, hoje, um dos lugares onde viver esta vocação de redescobrir a beleza da fé, a beleza do encontro com Cristo. Inclusive no contexto da comunicação, é precisa uma Igreja que consiga levar calor, inflamar o coração.
O testemunho cristão não se faz com o bombardeio de mensagens religiosas, mas com a vontade de se doar aos outros «através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana (Bento XVIMensagem para o XLVII Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2013). Pensemos no episódio dos discípulos de Emaús. É preciso saber-se inserir no diálogo com os homens e mulheres de hoje, para compreender os seus anseios, dúvidas, esperanças, e oferecer-lhes o Evangelho, isto é, Jesus Cristo, Deus feito homem, que morreu e ressuscitou para nos libertar do pecado e da morte. O desafio requer profundidade, atenção à vida, sensibilidade espiritual. Dialogar significa estar convencido de que o outro tem algo de bom para dizer, dar espaço ao seu ponto de vista, às suas propostas. Dialogar não significa renunciar às próprias ideias e tradições, mas à pretensão de que sejam únicas e absolutas.
Possa servir-nos de guia o ícone do bom samaritano, que liga as feridas do homem espancado, deitando nelas azeite e vinho. A nossa comunicação seja azeite perfumado pela dor e vinho bom pela alegria. A nossa luminosidade não derive de truques ou efeitos especiais, mas de nos fazermos próximo, com amor, com ternura, de quem encontramos ferido pelo caminho. Não tenhais medo de vos fazerdes cidadãos do ambiente digital. É importante a atenção e a presença da Igreja no mundo da comunicação, para dialogar com o homem de hoje e levá-lo ao encontro com Cristo: uma Igreja companheira de estrada sabe pôr-se a caminho com todos. Neste contexto, a revolução nos meios de comunicação e de informação são um grande e apaixonante desafio que requer energias frescas e uma imaginação nova para transmitir aos outros a beleza de Deus.
Vaticano, 24 de Janeiro – Memória de São Francisco de Sales – do ano 2014.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Aplicativo para ‘smartphone’ oferece suporte aos fiéis para rezarem no metrô, ônibus e em qualquer lugar.

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Não importa onde você está, não há desculpa para não rezar. Com o intuito de incentivar a oração, foi criado um dispositivo móvel com o qual se pode rezar em casa, à caminho do trabalho, no automóvel, no ônibus ou no metrô. Esta é a finalidade do aplicativo para ‘smartphones’ “Reze no Metro”, criado pelo sacerdote espanhol José Pedro Manglano, e no qual muitos usuários das novas tecnologias estão utilizando.
O aplicativo inicialmente nasceu como um ‘podcast’ com palestras e reflexões do Padre Manglano, mas agora inclui áudios e vídeos espirituais de diversos autores (dentre eles está o Santo Padre Francisco e o Padre Pablo Domínguez). O próprio sacerdote se responsabilizou pela coleta e organização do material de acordo com várias questões, tais como os tempos litúrgicos do Advento, o Natal, a Quaresma, a Páscoa e questões como a Cruz, a Paixão, a Virgem, entre outros.
“Reze no Metro” é um aplicativo gratuito que pode ser baixado a partir da ‘Apple Store’ para dispositivos como iPad e iPhone, ou ‘Google Play’ para dispositivos móveis com sistema operacional Android.
O conteúdo do aplicativo é atualizado continuamente, é possível escutá-los em ‘sreaming’, descarregando-os em seu dispositivo móvel ou incluí-los em uma biblioteca pessoal. (EPC)
Com informações da Rome Reports via Gaudium Press

domingo, 29 de dezembro de 2013

Papa Francisco atingiu os 11 milhões de seguidores no Twitter.Em português são quase um milhão!


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O Papa Francisco atingiu já os 11 milhões de seguidores no account Twitter@Pontifex em nove línguas. Quase 4 milhões e meio são de língua espanhola, 3,4 milhões são de língua inglesa, 1,3 são italianos, em língua portuguesa são quase um milhão, em francês pouco mais de 200 mil, alemães 163 mil, polacos 158 mil e, finalmente em língua árabe são cerca de 100 mil os seguidores do Papa na rede social Twitter.

Entretanto, o Papa Francisco lançou hoje mais um tweet, desta vez com uma mensagem para este tempo de Natal que estamos a viver:

“A alegria do Evangelho esteja sempre nos vossos corações, especialmente neste tempo de Natal.”

sábado, 28 de dezembro de 2013


Prossegue até 31 de dezembro o prazo de inscrições para os “Prêmios de Comunicação da CNBB”. Serão escolhidos os melhores trabalhos produzidos entre 2012 e 2013, cujos objetivos coincidam com valores humanos, cristãos e éticos. A cerimônia de entrega dos prêmios acontecerá durante a 52ª Assembléia Geral dos Bispos, programada para o mês de maio de 2014, em Aparecida (SP).
Os prêmios são promovidos pela Conferência dos Bispos por meio da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação. São quatro categorias, sendo Margarida de Prata para o cinema, Microfone de Prata para o rádio, Clara de Assis para a televisão e Dom Hélder Câmara para a imprensa. “Nesta longa trajetória, a CNBB vem trabalhando para que essas produções culturais estejam sustentadas nos valores humanos, éticos e cristãos. Desta forma, a Conferência busca estabelecer um diálogo com o mundo da comunicação, da cultura e da criação artística e, ao mesmo tempo, reconhecer e valorizar o trabalho desses profissionais”, destaca a assessora da Comissão para a Comunicação, Ir. Élide Fogolari.
Confira os regulamentos de cada prêmio e a ficha de inscrição no link: Prêmios 2014
Conheça as premiações:
- 11º Prêmio Dom Hélder Câmara de Imprensa foi criado em 2002. Tem por objetivo premiar profissionais da mídia impressa, cujas reportagens tragam em seu conteúdo valores humanos, sociais, políticos, cristãos e éticos, com vistas a construção da cidadania e a construção da cultura da paz.
- 8º Prêmio Clara de Assis para a Televisão foi criado em 2005. Tem por objetivo premiar programas televisivos nacionais, produzidos e exibidos por emissoras comerciais, educativas ou comunitárias brasileiras e que trazem em seu conteúdo valores humanos, sociais, políticos, cristãos e éticos.
- 44º Prêmio Margarida de Prata foi criado em 1967 pela Central Católica de Cinema, no âmbito do então Secretariado de Opinião Pública da CNBB. Tem por objetivo premiar as produções nacionais do cinema brasileiro, obras que apresentem em suas temáticas e artística valores humanos, éticos e espirituais.
- 22º Prêmio Microfone de Prata foi criado em 1989. Tem como objetivo principal incentivar e apoiar a produção e a qualidade de programas radiofônicos não só religiosos, evangelizadores, mas também de promoção humana.
Reconhecimento
O prêmio Margarida de Prata é um dos mais antigos. Foi criado em 1967 e já premiou mais de 100 filmes brasileiros entre longas e curtas-metragens e menções especiais. Ir. Élide Fogolari lembra que esse prêmio surgiu no período da Ditadura Militar no Brasil, para um contraposição contra a restrição do Governo sobre as produções culturais. A premiação é reconhecida pelos cineastas e produtores nacionais.
Foram premiados cineastas como Walter Salles por Central do Brasil, Terra estrangeira e Abril despedaçado; Silvio Tendler por Os anos JK, Jango, Castro Alves- Retrato do poeta e Utopia e barbárie, Josué de Castro, cidadão do mundo; Roberto Farias por Pra frente Brasil; Leon Hirszmann por São Bernardo, Eles não usam black-tie e Imagens do inconsciente; João Moreira Salles por Nelson Freire, entre muitos outros.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

TERCEIRO ENCONTRO DE BLOGUEIROS CATÓLICOS 
DA ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO
Última semana de inscrições para 3º E+Blog – Encontro para os Blogueiros Católicos da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeirodia 30 de novembro, sábado, das 9 às 16 horas na Paróquia de Nossa Senhora de Copacabana e Santa Rosa de Lima. Inscrições em:www.comunicat.blog.br/eblog3

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

quinta-feira, 9 de maio de 2013

AS REDES SOCIAIS E OS JOVENS


Publicado em 8 de maio de 2013

Estamos em plena caminhada no ano da juventude no Brasil, colhendo os frutos da Campanha da Fraternidade, cujo tema é a juventude e seus desafios. Também estamos cada dia mais próximos da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. São muitas razões para acreditar na força da juventude e outras tantas para acreditar que os jovens bem formados são os responsáveis pelo futuro de nossa sociedade. Esta formação da juventude deve incluir os aspectos humanos, sociais, culturais, políticos, cívicos e, com certeza, religiosos. Nós, Jovens de Maria, passeamos por todos estes assuntos, e agora falaremos sobre as redes sociais.

Entre a nova geração, os já nascidos em tempos de internet, a maioria convive, se relaciona, estuda, paquera, trabalha, briga e se ama pelas redes sociais. Pela sua dinâmica difusa, atemporal e onipresente, as redes sociais são lugares de interação virtual, mas isso não quer dizer que são espaços irreais. Aqui o virtual não está em paradoxo com o real. As redes sociais são “realmente” espaços de relacionamento entre pessoas mediadas por aparatos tecnológicos e “virtualizadas” porque passam por estes meios.
Nas redes sociais, o jovem tem deixado impressos seus sonhos, ideais, desejos, frustações, medos e rancores. Nas redes sociais, no seu atual estágio, cabe de tudo e tudo pode ser usado contra ou favor das pessoas. O modo como usar estes espaços virtuais ainda não está completamente integrado na vida do jovem – há os que se expõe em demasia, aqueles que criam dependência das redes e mesmo aqueles que acabam por fazer das redes um espaço para práticas ilícitas.
O que fazemos das redes sociais e o que elas fazem de nós? Uma coisa é certa, cada recado ou foto que deixamos nas redes sociais são um espelho da nossa vida, e assim, por mecanismos complexos de programação, qualquer rede social é capaz de desenhar um perfil de personalidade com precisão que pode até mesmo assustar o próprio usuário. Por isso toda cautela com redes sociais ainda é pouca, considerando que o que publicamos nunca mais é apagado deste continente digital.
Existem pessoas que se decepcionaram com as redes de relacionamento e as abandonaram. Há quem nunca quis entrar nesta febre das amizades virtuais e também quem faz das redes um auxiliar poderoso para suas vidas profissional e pessoal. Há quem tenha se casado com pessoas que conheceram na internet, outros que tiveram sua intimidade vasculhada; há quem sofra preconceito e bullying, há quem tenha necessitado de internação psiquiatra porque se conectou de tal maneira que não conseguia mais voltar para o mundo da realidade. Onde está o limite e como estar nas redes sem que isso seja uma prática doentia? Como fazer desse instrumental um forma de interação, amizade, cultivo de valores e abertura ao mundo que nos rodeia?
Perguntas como estas e tantas outras ainda estão sem resposta definitiva, mas uma coisa é certa: como todo aparato tecnológico e conquista humana, é preciso ter juízo e critérios para o uso das redes sociais, para que o bem em potencial, que pertence ao meio, não se transforme em problemas para sua vida. Lembre-se: o que cai na rede na rede ficará guardado!
Que tal visitar uma rede social do bem, feita para jovens? Acesse www.facebook.com/jovensdemaria e curta um mundo de conteúdos feito especialmente para o jovem seguidor de Jesus Cristo.
Por Padre Evaldo César C.Ss.R., para Portal A12

terça-feira, 23 de abril de 2013



segunda-feira, 22 de abril de 2013


sábado, 13 de abril de 2013

A revista Veja de abril lançou uma matéria sobre a JMJRio2013, que foi desmentida de imediato pelo COL (Comitê Organizador Local da Jornada)

Eis a reprodução da matéria da Veja:

Patrocínios milionários e Shows



A Jornada Mundial da Juventude, que trará o Papa Franciscoao Brasil em julho, virou um ótimo negócio.
O evento acaba de fechar patrocínio com a Nestlé — o oitavo em menos de nove meses — e agora chegou a dez milhões de reais arrecadados com empresas.
Mais dez cotas serão vendidas, e a expectativa é de que a arrecadação alcance 25 milhões de reais. Parte do dinheiro vai pagar artistas de peso para cantar em Guaratiba, local da principal missa no Rio de Janeiro.
Os organizadores pretendem convidar, além dos padres cantores, Milton Nascimento, Ivete Sangalo e Michel Teló.


RESPOSTA DA ORGANIZAÇÃO DA JMJRIO2013

O arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do COL (Comitê Organizador Local) da JMJ Rio2013, Dom Orani João Tempesta, desmentiu informações veiculadas na imprensa esta semana de que a JMJ destinaria alguns milhões de Reais para pagar artistas seculares para cantar no evento que acontece em julho.


“Infelizmente nós estamos vendo que tem muitos filhos da Veja, que acreditam piamente naquilo que esta revista fala”, disse Dom Orani nesta quinta-feira, no programa Conexão Rio, transmitido ao vivo pela Aleteia.

Em coluna publicada no domingo passado, a revista Veja afirmava que o COL gastaria alguns milhões para trazer à JMJ artistas como Milton Nascimento, Ivete Sangalo e Michel Teló.

“Aquilo que vale é o que sai no nosso site. Há muitas invenções, tanto de locais para o Papa visitar, como também sobre a Jornada”, disse Dom Orani. 

“É lamentável quem acredita neles. É lamentável acreditar nesse pessoal que tem outros interesses por trás, econômicos, etc.”

Dom Orani explicou que foi feito um convênio da JMJ com todos os cantores católicos e bandas católicas.

Segundo o arcebispo, se algum outro cantor “quiser cantar uma música religiosa, isso deve ser feito gratuita e voluntariamente, mas tem de ser analisado pelo COL”. 

“Mas isso que saiu de pagar rios de dinheiro a cantores, e cantores que nem têm música própria de vida religiosa, é muito lamentável que isso tenha saído. Não partiu do COL”, afirmou.

“Infelizmente tem muitos filhos dessas revistas e jornais que correm atrás, inclusive pessoas que a gente imaginava que tivessem esse critério de não se deixar acreditar em qualquer lugar, em qualquer tipo de notícia que sai. Então quem acredita nesse pessoal está numa furada. Procurem olhar a verdade e aquilo que sai realmente no site da Jornada”, disse Dom Orani!


Fonte: site da Veja e site oficial da JMJRio2013

quinta-feira, 14 de março de 2013


Como a Igreja Católica é maravilhosa.

Ontem, milhões de pessoas no mundo todo, deixaram sua agitação do dia a dia, seus afazeres, suas preocupações, suas responsabilidades e pararam durante mais de uma hora em frente a televisão, para primeiro, ficar olhando para uma chaminé, que nem era das mais bonitas, sobre um telhado. Se bem que esse telhado fosse em Roma, cobrindo a Capela Cistina, mas...

Depois ficaram, ansiosos e impacientes, olhando para uma janela fechada...

Com certeza muitas dessas pessoas, não eram católicas, muitas outras deviam ser daquelas que antes do conclave estavam criticando a Igreja Católica e até o Papa, muitas deviam ser “aqueles experts” que deram opiniões sobre como deveria ser o novo Papa e em que a Igreja Católica deveria mudar para atender aos seus interesses pessoais e para não “acabar”, como ousaram dizer alguns deles. Que pretensão...
Mas, uma coisa é certa, o mundo se rendeu à pessoa de um homem simples, humilde e carismático. Até a Rede Record de Televisão, aquela do bispo Macedo, transmitiu a apresentação do nosso Papa, ao vivo.
As especulações e a curiosidade eram grandes. Muitos, especialmente os “especialistas” em  Igreja Católica, os chamados “Vaticanistas” (que diga-se de passagem apareceram aos montes, de onde ninguém sabe), esperavam que suas previsões se confirmassem e um de seus cardeais pré determinados fosse eleito.

Mas, todos se esqueceram de que quem rege a Igreja Católica é o Espírito Santo de Deus e que só Ele, é o responsável pela escolha daquele que será o sucessor de Pedro. Só o Espírito de Deus sabe do que a Sua Igreja precisa, que rumo ela tem que tomar e do que o povo por esse mundo afora está precisando.
Por isso, Deus nos presenteou, com um Papa, tímido no início, mas, alegre e carismático logo a seguir. Com uma humildade que nos lembrou o próprio Jesus Cristo.

Deus nos presenteou com um Papa que ninguém imaginava. Mas, é assim que o nosso Deus age sempre, nos surpreendendo positivamente, nos alegrando e nos dando aquilo que precisamos e não o que queremos e achamos que precisamos.

E como foi linda a expressão de alegria que cobria o rosto das milhares  de pessoas que estavam na Praça de São Pedro.

Com certeza o mundo todo ficou mais alegre e mais esperançoso nesta quarta-feira, dia 13 de março de 2013. Pois Deus nos deu um grande presente: o nosso PAPA. E não foi um presente só para os católicos, mas, para o mundo todo.
Obrigado Senhor por nos amar tanto.

Seja Bem-vindo Papa Francisco!

Por: José Vicente Ucha Campos

sábado, 17 de março de 2012

SEMINÁRIO NACIONAL PARA JOVENS COMUNICADORES - CNBB


Com o objetivo de contribuir com a formação de jovens profissionais de comunicação, a partir de valores cristãos, as comissões para a Juventude e da Comunicação, da CNBB, promoverão de 18 a 20 de maio, em Brasília (DF), o Seminário Nacional para Jovens Comunicadores.
O evento acontecerá em Brasília e as inscrições poderão ser feitas de 15 de março a 15 de abril, no site www.JovensConectados.org.br. As vagas são limitadas.
Com o tema Jovens católicos: comunicação que transforma vidas, o encontro contará com uma programação diversificada: debates com profissionais de comunicação, bispos e sacerdotes, além de atividades musicais, teatro, painéis e rodas de conversa.
Acompanhe, a partir da abertura das inscrições, no site dos Jovens Conectados, todas as informações sobre o evento: convidados, valor de inscrição, opções de hospedagem, etc.
Além do Seminário para Jovens Comunicadores, outros dois estão marcados para este ano: o Seminário Nacional de Juventude e Bioética (de 13 a 15 de julho) e o de Juventude e Missão (de 28 a 29 de setembro). O primeiro tem a finalidade de aproximar jovens envolvidos em questões bioéticas, para refletir, à luz da fé e razão, sobre valores e princípios éticos. Já o segundo, tem o objetivo de impulsionar a juventude para a missão permanente de profetas e agentes de transformação social. Aguardem maiores informações em nossos canais na internet.
Fonte: site http://www.rio2013.com