INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

Olá amigos,

Esse blog é um espaço para a divulgação de notícias de uma forma geral envolvendo todo tipo de matéria sobre a comunicação e marketing católico.

Nos propomos a pesquisar tudo o que existe de matérias sobre a comunicação e marketing católico na web e em outras fontes de comunicação, concentrando-as nessa ferramenta que agora estamos disponibilizando, de forma a facilitar a pesquisa e coleta de informações pelas PASCOM de todas as Paróquias espalhadas pelo Brasil afora. Será também um espaço para divulgação de notícias das próprias PASCOM.

Dessa forma, esperamos que seja um meio onde se poderá encontrar, num só lugar, qualquer matéria publicada que envolva a comunicação e marketing dentro da nossa querida Igreja Católica.

Ajude-nos informando sobre suas atividades, eventos, seminários, encontros, retiros etc, que envolvam os meios de comunicação dentro da sua Paróquia, Vicariato ou Diocese.

Vamos à luta, com a graça de Deus e a força do Espírito Santo, pois COMUNICAÇÃO É EVANGELIZAÇÃO !

Por: José Vicente Ucha Campos

Contato:
jvucampos@gmail.com

quinta-feira, 2 de julho de 2015

PAPA FRANCISCO CRIA SECRETARIA PARA A COMUNICAÇÃO DO VATICANO


VATICANO, 02 Jul. 15 - O Papa Francisco instituiu no sábado, 27 de junho, a Secretaria para a Comunicação do Vaticano através de um Motu Proprio, um decreto assinado por ele mesmo.

Em um comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé, assegura-se que “o atual contexto comunicativo, caracterizado pela presença e o desenvolvimento dos meios digitais e por fatores de convergência e de interatividade, requer repensar o sistema informativo da Santa Sé”, por isso, “se compromete a uma reorganização que, pondo em valor tudo o que na história se desenvolveu na área da comunicação da Sé Apostólica, proceda decididamente para uma integração e gestão unitária”.

Neste sentido, o Papa Francisco assegurou no documento que decidiu “que todas as realidades, que de diferentes maneiras até hoje se encarregaram da comunicação, sejam reunidas em um novo Dicastério da Cúria Romana, que será denominado Secretaria para a Comunicação”.

Dessa forma, “o sistema comunicativo da Santa Sé responderá sempre melhor às exigências da missão da Igreja”.

O Santo Padre assinalou que institui esta Secretaria “depois de ter examinado relações e estudos, e recebido recentemente o estudo de viabilidade, além de escutado o parecer unânime do Conselho de Cardeais”.

Francisco também designou as pessoas que trabalharão na Secretaria para a Comunicação. O Prefeito será Dom Dario Eduardo Viganò, Diretor do Centro Televisivo Vaticano, e o Secretário Dom Lucio Adrián Ruíz, chefe de escritório do Serviço de Internet. O Diretor Geral será Paolo Nusiner, Diretor Geral do Avvenire, o jornal da Conferência Episcopal Italiana, e o Vice-diretor geral Giacomo Ghisani, Chefe de Escritório das Relações Internacionais e Assuntos Legais de Rádio Vaticano, e membro do Conselho de Administração do Centro Televisivo Vaticano.

O novo Dicastério se regerá por uma série de normas consignadas no Motu Proprio. Entre elas se estabelece que do novo Dicastério farão parte o Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais; a Sala de Imprensa da Santa Sé; o Serviço de Internet; Rádio Vaticano; o Centro Televisivo Vaticano; o periódico oficial da Santa Sé, L’Osservatore Romano; a Tipografia Vaticano; o Serviço Fotográfico; e a editora do Vaticano, a Libreria Editrice Vaticano.

Estes organismos deverão continuar trabalhando em suas atividades, mas atendendo às indicações da nova Secretaria para a Comunicação.

Além disso, o novo Dicastério assumirá a página Web oficial do Vaticanowww.vatican.va e a conta no Twitter do Papa, @Pontifex.

A Secretaria iniciou suas funções na segunda-feira 29 de junho, Solenidade de São Pedro e São Paulo.

Fonte: Acidigital

terça-feira, 16 de junho de 2015

A TV CANÇÃO NOVA COM VOCÊ ONDE ESTIVER


A emissora católica está nas redes sociais e possui 
aplicativo exclusivo para o telespectador.
Já faz algum tempo que o celular era utilizado apenas para ligações e mensagens, não é mesmo? Hoje o objeto é sonho de consumo de muitos e está cada dia mais moderno e com mais recursos. Acompanhando as novas tecnologias, a TV Canção Nova proporciona ao telespectador notícias exclusivas, programação, fotos e vídeos por meio do seu novo aplicativo e também nas redes sociais.

A televisão sempre fez parte da vida dos brasileiros como forma de entretenimento e informação. Com a correria cotidiana, graças à facilidade de acesso à internet pelos aparelhos móveis, como o smartphone, é possível se divertir, aprender diversos conteúdos, falar com os amigos nas redes sociais e até assistir aos programas favoritos na tela do celular com a ajuda dos aplicativos.
A emissora, cuja missão é levar a Palavra de Deus pelos meios de comunicação, sempre atenta às necessidades dos cristãos, se empenha para oferecer ao internauta qualidade de conteúdo e, principalmente, interatividade. Desde 2010 os telespectadores contam com uma página da TVCN no Facebook, na qual ficam por dentro das estreias e dos temas dos programas, veem vídeos, comentam e compartilham a programação. Hoje a página já possui mais de três milhões de seguidores.
“O trabalho e a missão das redes sociais da Canção Nova é levar a um número maior possível de pessoas todo o nosso conteúdo evangelizador de forma dinâmica e interativa. E para isso interagimos com o nosso público pelos comentários, e podemos também ouvi-los. Não se trata apenas de enviarmos um conteúdo às pessoas, mas também de obter esse retorno para sabermos o que mais lhes agrada ou não e quais são as suas necessidades”, relata a integrante do setor de estratégia nas redes sociais, Regiane Calixto.
Celular TVCN
(Foto: Arquivo CN)
Ter a possibilidade de acesso à programação da televisão diretamente no celular e assistir ao vivo os programas com comodidade e alta qualidade são as vantagens do aplicativo da TV Canção Nova.
Com mais 48 mil downloads, o software é gratuito para o sistema operacional Android e iOS, e o telespectador tem em sua mão, de forma ainda mais acessível e intuitiva, onde quer que ele esteja, detalhes da grade da emissora e a opção de compartilhamento do conteúdo nas redes sociais, tornando a navegação e a interação mais próximas de todos.
Por: Larissa Sene (Da Redação)
Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 15 de junho de 2015

A IGREJA CATÓLICA DIANTE DAS NOVAS REALIDADES DA COMUNICAÇÃO



É possível entender que as novas tecnologias, inclusive as novas formas de comunicação, estão estritamente relacionadas e têm interferência direta na constituição dessa nova cultura, a da comunicação. E nessa realidade, como se posiciona a Igreja? Estaria ela preparada a evangelizar, utilizando-se dessa nova linguagem?
A Igreja Católica, desde o florescer das novas tecnologias, vem incentivando o desenvolvimento e o fortalecimento da Pastoral da Comunicação. Documentos como Communio et Progressio, da Comissão Pontifícia para as Comunicações Sociais (1971), e o Estudo 101 da CNBB (2011) comprovam essa hipótese. Ainda teremos a oportunidade de navegar sobre outros documentos e textos eclesiais que falam sobre a Comunicação.
Mas voltando às novas realidades da comunicação, o advento das novas tecnologias evidenciou ainda mais a necessidade desses instrumentos para a Evangelização. É preciso se aproximar desse novo sujeito contemporâneo e reconhecer que a comunicação, inclusive as “new media”, é um importante instrumento para proclamar a mensagem evangélica.
Padre Zezinho, em uma de suas obras, afirma que há 30 ou 40 anos, as igrejas tinham apenas a força do púlpito ou de algum periódico. Hoje, porém, o púlpito se ampliou, sendo necessário se preparar para bem comunicar. “Se ontem era o púlpito que levava às antenas, hoje são as antenas que mais gente levam aos templos para ouvir a voz que vem do púlpito”. (Do púlpito para as antenas: a difícil transição. p. 10).
Um pensamento válido para os dias atuais, desde que se obedeça a um ponto fundamental: não basta apenas comunicar, é preciso saber o que comunicar e como comunicar.
A Igreja Católica Apostólica Romana tem uma história de mais de dois mil anos. Uma tradição que, ao longo dos séculos, vem contribuindo e defendendo o desenvolvimento do ser humano na sua integridade. Sendo Jesus Cristo o centro, a Igreja tem por princípio anunciar a Palavra de Deus para todos os homens, conforme mandamento bíblico: “Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-lhes a observar tudo o que vos ordenei!”. (Mt 28, 19-20a).
Contudo, como os Bispos reunidos em Aparecida em 2007 já alertaram, vive-se um tempo de transformações profundas, que afetam a todos. Mudanças que não ficam apenas no campo geográfico, mas também social, ético, científico, tecnológico e, especialmente, cultural. Não é apenas uma época de mudanças, mas uma “mudança de época, e seu nível mais profundo é o cultural”. (Aparecida, 44).
Enfim, experimenta-se um novo tempo, buscam-se novos valores e conceitos. Surgem transtornos. O Homem vale menos do que as coisas.
 
E não há como a Igreja fugir ou se abster, é preciso dialogar com essa cultura, a qual a busca desesperadamente a sua identidade.
O Documento de Aparecida ainda afirma que: “A novidade dessas mudanças, diferentemente do ocorrido em outras épocas, é que elas têm alcance global que, com diferenças e matizes, afetam o mundo inteiro... Um fator determinante dessas mudanças é a ciência e a tecnologia, com sua capacidade de manipular geneticamente a própria vida dos seres vivos, e com sua capacidade de criar uma rede de comunicações de alcance mundial, tanto pública como privada, para interagir em tempo real, ou seja, com simultaneidade, não obstante as distâncias geográficas”. (Aparecida, 34).
E não há como a Igreja fugir ou se abster, é preciso dialogar com essa cultura, a qual busca desesperadamente a sua identidade (Puntel & Corazza, 2007, p. 35). Mas como estabelecer esse diálogo? Utilizando-se da própria comunicação, de forma organizada, ou seja, estabelecendo uma ação pastoral que obedeça a uma pedagogia, assim como Jesus Cristo, respeitando um processo de inculturação e encarnação da Mensagem. A autocomunicação de Deus continua se dando pelo anúncio da Igreja. Segundo Puntel e Corazza (2007, p. 28), “a pedagogia para uma ação pastoral enquanto processo implica conjugar, com arte, o trinômioIgreja-Evangelho-Cultura”.
Para tanto, não basta apenas querer, é preciso conhecer e entender a nova realidade e o lugar que se quer evangelizar. É o “lugar teológico” de atuação da Igreja. A mensagem de Cristo não pode ficar guardada ou restrita, mas deve ser anunciada a todos os povos, sem exceção, continuando a obra salvífica do Pai. É importante que as pessoas saibam que os valores do Reino podem ser vividos e não apenas idealizados.
Fonte: Andrey Nicioli                                                                                 Arquidiocese de Pouso Alegre
Via: A12

quinta-feira, 11 de junho de 2015

AS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS CATÓLICAS


Hoje em dia a mídia mundial nos coloca diversos conceitos sobre assuntos polêmicos, tais como: aborto, família, homossexualidade, casamento etc, de uma forma impositiva e muito bem arquitetada, tentando mudar nossa forma de pensar para uma que diverge radicalmente da doutrina da Igreja Católica, infringindo conceitos que ferem a nossa moral, nossa ética e o que é pior, o Evangelho de Jesus Cristo. 

Nessa verdadeira guerra de informações truncadas e manipuladas, muitos católicos ficam perdidos e confusos, sem saber qual a real posição da Igreja Católica, pois são literalmente bombardeados com conceitos escusos, mas muito bem defendidos pela mídia mundial.

No que acreditar? O que seguir? O que defender ? Podem se perguntar muitos católicos mundo a fora, já que a Igreja, em muitos casos não vem a público, através da mídias, para colocar e defender suas posições doutrinárias em defesa do Santo Evangelho. Mas, defende suas posições através de documentos, que são em sua maioria desconhecidos dos católicos, deixando assim um vazio em seus corações e mentes confusas.

A maioria dos católicos não sabe, também, que a Igreja Católica tem uma grande rede de informações, através de Agências de Notícias Católicas, que são de livre e fácil acesso, via internet, e que mantém a veracidade das notícias e o pensamento da Igreja sobre cada uma delas, servindo como orientação através de comentários à luz do Evangelho e da Doutrina Católica, dando assim, subsídios para que todos os católicos do mundo inteiro possam saber a veracidade dos fatos e a real posição da Igreja sobre cada um deles, e como devem defender, em cada caso, essas posições.

A seguir, visando ajudar a que os católicos procurem se informar sobre os assuntos mais polêmicos em fontes católicas e confiáveis, disponibilizamos uma relação das mais conhecidas Agências de Notícias Católicas, disponíveis na internet. 

São elas:
























segunda-feira, 8 de junho de 2015

PARADA GAY - SÃO PAULO 2015


Os homossexuais reclamam que são perseguidos e que sofrem violência por parte da sociedade. A Igreja católica, embora não aceite a prática do homossexualismo, não descrimina o homossexual e não aceita qualquer tipo de violência contra eles, muito menos incita qualquer prática de violência e discriminação contra qualquer grupo ou religião que não seja a católica, pelo contrário, está sempre buscando a convivência harmoniosa de todos.

Mas, como toda religião existente na face da terra, tem sua doutrina e conceitos de ética e moral, que devem ser seguidos por aqueles que pertencem a religião católica, não obrigando ninguém que não seja católico, a seguir seus preceitos religiosos, até porque, isso não seria possível nem aceitável.

Então, por que, as pessoas que não são católicas, se incomodam tanto com a doutrina católica, se elas não são obrigadas a cumprir seus preceitos?

Por que então, se sentem tão incomodadas?

E, Por que então, a Igreja é tão atacada por uma grande parte dos grupos homossexuais, se eles não são obrigados a cumprir com os preceitos cristãos?

A igreja, não aceita a prática homossexual, como também não aceita o sexo fora do casamento para os heterossexuais, como também não aceita o aborto, como também não aceita a eutanásia e tantas outras situações que não condizem com a sua doutrina, nos deixada por Jesus Cristo.

Diversos grupos homossexuais têm extrapolado nas suas demonstrações contra a Igreja católica, pelo mundo a fora, e aqui no Brasil, isso tem acontecido com frequência, como foi o caso da parada lgbt em São Paulo, nesse final de semana passado.

E depois, eles é que se dizem perseguidos...!

Eis algumas fotos de grupos homossexuais, ofendendo e ridicularizando a Igreja Católica.

Quem são os perseguidos e ofendidos nessa história ?









E o incrível, é que esses grupos que se dizem perseguidos e discriminados pela sociedade, têm grande apoio dessa mesma sociedade e dos políticos e governantes do nosso país. Do que eles estão reclamando então?
Só para dar uma idéia de como a coisa está, vejam o quadro abaixo, onde mostra uma recente estatística em relação aos assassinatos de homossexuais e cristãos pelo mundo e a respectiva importância que cada grupo recebe dos governos. 


Olhando o quadro acima, os cristãos é que deveríam estar nas ruas cobrando menos discriminação e denunciando a violência que sofrem no mundo todo, inclusive por parte de governos, ao invés de serem apoiados por eles, como acontece com os homossexuais.

Acho que já está na hora dos grupos homossexuais continuarem com suas lutas reivindicatórias, mas sem ofenderem e ridicularizarem a Igreja Católica ou qualquer outra que seja. Se acham suas reivindicações corretas e justas, que as façam e lutem por elas, mas deixem as religiões e o que é mais sagrado para milhões de pessoas em paz.

Que Deus abençoe a todos!

sexta-feira, 22 de maio de 2015

TV APARECIDA CELEBRA DIA DE SANTA RITA DE CÁSSIA COM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL



08h00: Terço de Aparecida Especial, pedindo a Intercessão de Santa Rita
10h20: Bem-Vindo Romeiro Especial - Dia de Santa Rita de Cássia
18h15: Missa em honra a Santa Rita, direto de Santa Rita do Sapucaí-MG
23h00: Cinema da Fé - Santa Rita
Rita nasceu no ano de 1381, na cidade de Cássia. Na infância, manifestou sua vocação religiosa, mas para atender aos desejos de seus pais já idosos, Rita casou-se com um homem de nome Paulo Ferdinando. Seu marido tornou-se violento e agressivo. A penitência e a abnegação de Rita conseguiriam convertê-lo aos preceitos de amor a Cristo. Entretanto, suas atitudes passadas deixaram um rastro de inimizades, que culminaram com seu assassinato, trazendo grande dor e sofrimento ao coração de Rita. Dedicou-se então aos dois filhos ainda pequenos que, na adolescência, descobriram a verdadeira causa da morte do pai e resolveram vingá-lo quando crescessem. Rita pediu a interferência de Deus, para tirar tal ideia da cabeça dos filhos. Se isso não fosse possível, que Deus os levasse para junto Dele. Em menos de um ano, os dois filhos de Rita morreram, sem concretizarem a vingança. Sem o marido e filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e obras de caridade e tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, mas foi recusado no início. No entanto, ela não desistiu e pediu a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada. Morreu com 76 anos, dia 22 de maio de 1457, após uma dura enfermidade que a fez padecer por 4 anos.
A exibição será em alta definição com recursos de acessibilidade como closed caption (legenda oculta) e audiodescrição.
Santa Rita é conhecida como a “Santa dos Impossíveis”.
Acompanhe a nossa programação: 
Reveja nossos programas no YouTube: youtube.com/tvaparecida 
Ou baixe o nosso Aplicativo gratuitamente no seu celular, tablet ou iPad. 
TV Aparecida - A Fé está no AR!
Fonte: A12

terça-feira, 19 de maio de 2015

49º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS - VEJA A MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO


“Comunicar a família: ambiente privilegiado do 

encontro na gratuidade do amor” 


Esse foi o tema do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, celebrado neste domingo, dia 17 de maio, pela Igreja em todo o mundo. Em sintonia com as reflexões do Sínodo da Família, o Papa Francisco trata neste ano das mudanças culturais, ressaltando os seus diversos aspectos e seu envolvimento com a comunicação.

Esta celebração é o único Dia Mundial estabelecido pelo Concílio Vaticano II e tem como objetivo chamar a atenção para o vasto e complexo fenômeno dos modernos meios de comunicação social existentes nos dias atuais. O Papa Paulo VI foi o primeiro a comemorar o Dia Mundial das Comunicações, que aconteceu no dia 7 de Maio de 1967.

A data foi instituída com o decreto Inter Mirifica. Desde então, vem sendo celebrada em muitos países no domingo que antecede a Festa de Pentecostes. A mensagem do Papa para a ocasião é publicada, tradicionalmente, no dia 24 de janeiro, festa de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas.

Um dos destaques da mensagem deste ano foi citar a família como “ventre” maternal das pessoas nesse mundo, onde é possível ter a experiência do encontro das diferenças na gratuidade do amor. O texto também aborda a forma como os meios de comunicação social falam da família. Muitas vezes, apresentam-na como um modelo abstrato a aceitar ou rejeitar, e não como uma realidade concreta a ser vivida.

“A família mais bela, que é protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro”, escreve o Papa.


MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA FRANCISCO
PARA O XLIX DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
Comunicar a família:
ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor
[17 de Maio de 2015]

O tema da família encontra-se no centro duma profunda reflexão eclesial e dum processo sinodal que prevê dois Sínodos, um extraordinário – acabado de celebrar – e outro ordinário, convocado para o próximo mês de Outubro. Neste contexto, considerei  oportuno que o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais tivesse como ponto de referência a família. Aliás, a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. Voltar a este momento originário pode-nos ajudar quer a tornar mais autêntica e humana a comunicação, quer a ver a família dum novo ponto de vista.

Podemos deixar-nos inspirar pelo ícone evangélico da visita de Maria a Isabel (Lc 1, 39-56). «Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre”» (vv. 41-42).

Este episódio mostra-nos, antes de mais nada, a comunicação como um diálogo que tece com a linguagem do corpo. Com efeito, a primeira resposta à saudação de Maria é dada pelo menino, que salta de alegria no ventre de Isabel. Exultar pela alegria do encontro é, em certo sentido, o arquétipo e o símbolo de qualquer outra comunicação, que aprendemos ainda antes de chegar ao mundo. O ventre que nos abriga é a primeira «escola» de comunicação, feita de escuta e contacto corporal, onde começamos a familiarizar-nos com o mundo exterior num ambiente protegido e ao som tranquilizador do pulsar do coração da mãe. Este encontro entre dois seres simultaneamente tão íntimos e ainda tão alheios um ao outro, um encontro cheio de promessas, é a nossa primeira experiência de comunicação. E é uma experiência que nos irmana a todos, pois cada um de nós nasceu de uma mãe.

Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num «ventre», que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é «o espaço onde se aprende a conviver na diferença» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 66). Diferenças de gêneros e de gerações, que comunicam, antes de mais nada, acolhendo-se mutuamente, porque existe um vínculo entre elas. E quanto mais amplo for o leque destas relações, tanto mais diversas são as idades e mais rico é o nosso ambiente de vida. O vínculo está na base da palavra, e esta, por sua vez, revigora o vínculo. Nós não inventamos as palavras: podemos usá-las, porque as recebemos. É em família que se aprende a falar na «língua materna», ou seja, a língua dos nossos antepassados (cf. 2 Mac 7, 21.27). Em família, apercebemo-nos de que outros nos precederam, nos colocaram em condições de poder existir e, por nossa vez, gerar vida e fazer algo de bom e belo. Podemos dar, porque recebemos; e este circuito virtuoso está no coração da capacidade da família de ser comunicada e de comunicar; e, mais em geral, é o paradigma de toda a comunicação.

A experiência do vínculo que nos «precede» faz com que a família seja também o contexto onde se transmite aquela forma fundamental de comunicação que é a oração. Muitas vezes, ao adormecerem os filhos recém-nascidos, a mãe e o pai entregam-nos a Deus, para que vele por eles; e, quando se tornam um pouco maiores, põem-se a recitar juntamente com eles orações simples, recordando carinhosamente outras pessoas: os avós, outros parentes, os doentes e atribulados, todos aqueles que mais precisam da ajuda de Deus. Assim a maioria de nós aprendeu, em família, a dimensão religiosa da comunicação, que, no cristianismo, é toda impregnada de amor, o amor de Deus que se dá a nós e que nós oferecemos aos outros.

Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade. Reduzir as distâncias, saindo mutuamente ao encontro e acolhendo-se, é motivo de gratidão e alegria: da saudação de Maria e do saltar de alegria do menino deriva a bênção de Isabel, seguindo-se-lhe o belíssimo cântico do Magnificat, no qual Maria louva o amoroso desígnio que Deus tem sobre Ela e o seu povo. De um «sim» pronunciado com fé, derivam consequências que se estendem muito para além de nós mesmos e se expandem no mundo. «Visitar» supõe abrir as portas, não encerrar-se no próprio apartamento, sair, ir ter com o outro. A própria família é viva, se respira abrindo-se para além de si mesma; e as famílias que assim procedem, podem comunicar a sua mensagem de vida e comunhão, podem dar conforto e esperança às famílias mais feridas, e fazer crescer a própria Igreja, que é uma família de famílias.

Mais do que em qualquer outro lugar, é na família que, vivendo juntos no dia-a-dia, se experimentam as limitações próprias e alheias, os pequenos e grandes problemas da coexistência e do pôr-se de acordo. Não existe a família perfeita, mas não é preciso ter medo da imperfeição, da fragilidade, nem mesmo dos conflitos; preciso é aprender a enfrentá-los de forma construtiva. Por isso, a família onde as pessoas, apesar das próprias limitações e pecados, se amam, torna-se uma escola de perdão. O perdão é uma dinâmica de comunicação: uma comunicação que definha e se quebra, mas, por meio do arrependimento expresso e acolhido, é possível reatá-la e fazê-la crescer. Uma criança que aprende, em família, a ouvir os outros, a falar de modo respeitoso, expressando o seu ponto de vista sem negar o dos outros, será um construtor de diálogo e reconciliação na sociedade.

Muito têm para nos ensinar, a propósito de limitações e comunicação, as famílias com filhos marcados por uma ou mais deficiências. A deficiência motora, sensorial ou intelectual sempre constitui uma tentação a fechar-se; mas pode tornar-se, graças ao amor dos pais, dos irmãos e doutras pessoas amigas, um estímulo para se abrir, compartilhar, comunicar de modo inclusivo; e pode ajudar a escola, a paróquia, as associações a tornarem-se mais acolhedoras para com todos, a não excluírem ninguém.

Além disso, num mundo onde frequentemente se amaldiçoa, insulta, semeia discórdia, polui com as murmurações o nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação feita de bênção. E isto, mesmo nos lugares onde parecem prevalecer como inevitáveis o ódio e a violência, quando as famílias estão separadas entre si por muros de pedras ou pelos muros mais impenetráveis do preconceito e do ressentimento, quando parece haver boas razões para dizer «agora basta»; na realidade, abençoar em vez de amaldiçoar, visitar em vez de repelir, acolher em vez de combater é a única forma de quebrar a espiral do mal, para testemunhar que o bem é sempre possível, para educar os filhos na fraternidade.

Os meios mais modernos de hoje, irrenunciáveis sobretudo para os mais jovens, tanto podem dificultar como ajudar a comunicação em família e entre as famílias. Podem-na dificultar, se se tornam uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar apesar da presença física, de saturar todo o momento de silêncio e de espera, ignorando que «o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras ricas de conteúdo» (Bento XVI, Mensagem do XLVI Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24/1/2012); e podem-na favorecer, se ajudam a narrar e compartilhar, a permanecer em contacto com os de longe, a agradecer e pedir perdão, a tornar possível sem cessar o encontro. Descobrindo diariamente este centro vital que é o encontro, este «início vivo», saberemos orientar o nosso relacionamento com as tecnologias, em vez de nos deixarmos arrastar por elas. Também neste campo, os primeiros educadores são os pais. Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver, no ambiente da comunicação, segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum.

Assim o desafio que hoje se nos apresenta, é aprender de novo a narrar, não nos limitando a produzir e consumir informação, embora esta seja a direção para a qual nos impelem os potentes e preciosos meios da comunicação contemporânea. A informação é importante, mas não é suficiente, porque muitas vezes simplifica, contrapõe as diferenças e as visões diversas, solicitando a tomar partido por uma ou pela outra, em vez de fornecer um olhar de conjunto.

No fim de contas, a própria família não é um objecto acerca do qual se comunicam opiniões nem um terreno onde se combatem batalhas ideológicas, mas um ambiente onde se aprende a comunicar na proximidade e um sujeito que comunica, uma «comunidade comunicadora». Uma comunidade que sabe acompanhar, festejar e frutificar. Neste sentido, é possível recuperar um olhar capaz de reconhecer que a família continua a ser um grande recurso, e não apenas um problema ou uma instituição em crise. Às vezes os meios de comunicação social tendem a apresentar a família como se fosse um modelo abstrato que se há-de aceitar ou rejeitar, defender ou atacar, em vez duma realidade concreta que se há-de viver; ou como se fosse uma ideologia de alguém contra outro, em vez de ser o lugar onde todos aprendemos o que significa comunicar no amor recebido e dado. Ao contrário, narrar significa compreender que as nossas vidas estão entrelaçadas numa trama unitária, que as vozes são múltiplas e cada uma é insubstituível.

A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro.

Vaticano, 23 de Janeiro – Vigília da Festa de São Francisco de Sales – de 2015.

Francisco PP.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

DECÁLOGO PARA EVANGELIZAR NA INTERNET

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Os jovens do movimento iMision compartilham um ideal: evangelizar na internet. Para levar este ideal à prática de maneira de maneira fiel, eles elaboraram um decálogo com os aspectos que precisam ser levados em consideração na hora de evangelizar:

1. Na origem, Cristo

Jesus diz: “Ide pelo mundo inteiro e proclamai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16, 15). Este é o mandato do qual nasce o chamado à evangelização, também no continente digital.

2. Internet, um lugar, não um meio

A rede não é só um instrumento, mas um lugar habitado. Trata-se de evangelizar na internet, não tanto de “usar” a internet para evangelizar.

3. O segredo: testemunho

“Para a Igreja, o primeiro meio de evangelização consiste em um testemunho de vida autenticamente cristã” (Evangelii nuntiandi, 41). Os conteúdos não evangelizam de modo autêntico sem nosso testemunho explícito do amor de Deus na rede.

4. Nossa força: a graça

“Sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15, 5). Só unidos a Jesus, vivendo uma verdadeira vida cristã, em fidelidade e amor à Igreja, os missionários digitais poderão dar um fruto abundante e superar a tentação do desânimo e do ativismo.

5. Somos povo, comunidade

Tão significativo quanto o testemunho pessoal é o testemunho comunitário. Uma comunidade de testemunhas, acolhedora e aberta, capaz de acompanhar os que caminham rumo a Cristo, tem muito mais força e impacto para iEvangelizar que os projetos pessoais isolados.

6. Em tudo, caridade

A soberba, a divisão e as críticas sem caridade entre cristãos provocam um escandaloso espetáculo que gera ceticismo e às vezes até ateísmos. Construir Igreja, pedir e trabalhar a comunhão é uma urgência se queremos ser apóstolos de Cristo e não escravos do mal – que divide também na rede.

7. Abertos a todos

iEvangelizar exige abrir-se ao diálogo com uma atitude humilde diante de todos, não somente daqueles que acolhem a fé, mas também àqueles que a desconhecem ou estão mais distantes.

8. Queremos dar fruto, não fazer sucesso

Buscar somente ter mais seguidores, amigos, visitas... é uma forma de idolatria. Precisamos estar alertas para não cair na armadilha do fascínio que o meio produz. Não buscamos fazer sucesso, e sim dar os frutos do Reino.

9. Do virtual ao presencial

A iEvangelização tem seu ponto de partida no mundo digital, mas tenta ultrapassar suas fronteiras e provocar o encontro no mundo presencial. A iEvangelização se verifica, se purifica e se potencializa com o encontro presencial.

10. Sempre discípulos, sempre aprendendo

Os iMissionários vivem em permanente busca das linguagens que possam tocar hoje o coração humano e anunciar Jesus. Para isso, precisamos de uma vivência responsável da fé e de uma formação contínua no âmbito da comunicação e das novas tecnologias.
Que tal seguir estes 10 mandamentos em sua vida digital também?

Fonte: Rádio Maria / Via: Aleteia

quarta-feira, 6 de maio de 2015

PAPA FRANCISCO É CADA VEZ MAIS AMADO NOS ESTADOS UNIDOS


Cidade do Vaticano (RV) - Dois anos depois de eleito, o Papa Francisco continua subindo em popularidade nos Estados Unidos. É o que aponta uma pesquisa  recém-publicada, realizada pelo Pew Reasearch Center – instituto especializado em pesquisas relacionadas à religião.
Mais de nove em cada dez estadunidenses têm uma opinião positiva do Papa e destes, 60% têm parecer ‘muito positivo’. 
O elemento mais curioso, e relativamente novo, é a receptividade do atual Pontífice entre os não católicos. 70% da amostra de população adulta global entrevistada gosta do Papa e esta empatia tem crescido, já que subiu 13% desde a sua eleição, em março de 2013.

A pesquisa foi feita entre 18 e 22 de fevereiro deste ano, por telefone, junto a 1504 adultos. Segundo o Centro Pew, “a popularidade de Francisco tem uma base ampla”: entre os católicos ele é muito admirado; entre os protestantes, por 60%, e também entre agnósticos e ateus, 2 terços dos quais o veem favoravelmente.  

No mundo católico, as diferenças relativas a gênero, idade e orientação política são poucas e Francisco se revela estimado igualmente por homens, mulheres, brancos, negros, hispânicos, republicanos e democratas.

Os autores da sondagem lembram que as entrevistas foram efetuadas em inglês e espanhol; e o sistema utilizado, com celulares e telefones fixos, é uma técnica interativa que combina idade, gênero, raça, origem e local de nascimento, segundo os parâmetros empregados no Relatório 2013 sobre a comunidade estadunidense. 
Como anunciado, o Papa Francisco visitará Filadelfia, Nova York e Washington em setembro próximo.
Fonte: Rádio Vaticano