INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

Olá amigos,

Esse blog é um espaço para a divulgação de notícias de uma forma geral envolvendo todo tipo de matéria sobre a comunicação e marketing católico.

Nos propomos a pesquisar tudo o que existe de matérias sobre a comunicação e marketing católico na web e em outras fontes de comunicação, concentrando-as nessa ferramenta que agora estamos disponibilizando, de forma a facilitar a pesquisa e coleta de informações pelas PASCOM de todas as Paróquias espalhadas pelo Brasil afora. Será também um espaço para divulgação de notícias das próprias PASCOM.

Dessa forma, esperamos que seja um meio onde se poderá encontrar, num só lugar, qualquer matéria publicada que envolva a comunicação e marketing dentro da nossa querida Igreja Católica.

Ajude-nos informando sobre suas atividades, eventos, seminários, encontros, retiros etc, que envolvam os meios de comunicação dentro da sua Paróquia, Vicariato ou Diocese.

Vamos à luta, com a graça de Deus e a força do Espírito Santo, pois COMUNICAÇÃO É EVANGELIZAÇÃO !

Por: José Vicente Ucha Campos

Contato:
jvucampos@gmail.com

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS: COMUNICAÇÃO E MISERICÓRDIA

Cidade do Vaticano (RV) – Foi publicada, nesta sexta-feira (22/01/16), na Sala de Imprensa da Santa Sé, a Mensagem do Papa para o 50° Dia Mundial das Comunicações Sociais, que acontecerá no domingo que precede a Festa de Pentecostes, dia 08 de maio de 2016, sobre o tema: «Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo».
Em sua Mensagem, Francisco recorda que o “Ano Santo da Misericórdia convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia.
Com efeito, a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como característica do seu “ser e agir”. Tudo o que dizemos e o modo como dizemos, cada palavra e cada gesto, deveria expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos.
O amor, por sua natureza, frisa o Papa, é comunicação e leva a uma maior abertura, não isolamento. Se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
A linguagem e as ações da Igreja devem transmitir misericórdia, para tocar o coração das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude da vida. Devemos acolher e irradiar o calor materno da Igreja, - disse o Pontífice - para que Jesus seja conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende, na pregação e no testemunho, a “centelha” vivificante.
A comunicação enriquece a sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e construir paz e harmonia! As palavras têm o poder de criar pontes e favorecer o encontro e a inclusão entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, os povos. As palavras dos cristãos visam fazer crescer a comunhão e jamais romper o relacionamento e a comunicação.
Por isso, Francisco convida todos a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de “curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e nas comunidades”. A misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar. É desejável que também a linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia.
Aqui, o Papa faz um apelo, sobretudo aos que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, para que sejam sempre vigilantes no modo de agir diante de quem pensa ou age de maneira diferente. É preciso coragem para orientar as pessoas diante de processos de reconciliação e soluções de conflitos por uma paz duradoura.
O estilo da nossa comunicação deve saber julgar em situações de pecado – violência, corrupção, exploração. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor.
Somente as palavras pronunciadas com amor e acompanhadas pela mansidão e a misericórdia tocam os corações dos pecadores. Neste sentido, o
Santo Padre encoraja todos a encarar a sociedade humana como uma casa ou uma família onde a porta está sempre aberta para receber uns aos outros.
Comunicar significa partilhar e a partilha exige escuta, acolhimento proximidade. Escutar nunca é fácil: significa prestar atenção, desejo de compreender, dar valor, respeitar a palavra alheia; é uma graça imensa e um dom.
Por fim, Francisco recorda que também os e-mails, sms, redes sociais, chats podem ser formas de comunicação. As redes sociais são capazes de favorecer as relações e promover o bem da sociedade, mas podem também levar a uma maior polarização e divisão entre as pessoas e os grupos.
Com a sua Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais o Papa espera que o “Ano Jubilar, vivido na misericórdia, nos torne mais abertos ao diálogo, para melhor nos conhecermos e compreendermos; elimine todas as formas de fechamento e desprezo e expulse todas as formas de violência e discriminação”.
Enfim, o encontro entre a comunicação e a misericórdia só será fecundo na medida em que puder gerar proximidade, cuidar, confortar, curar, acompanhar. Em um mundo dividido, fragmentado, polarizado, comunicar com misericórdia significa contribuir para a boa, livre e solidária proximidade entre os filhos de Deus e irmãos em humanidade. (MT)
Eis a Mensagem na íntegra:
Queridos irmãos e irmãs!
O Ano Santo da Misericórdia convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia. Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. O amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
Como filhos de Deus, somos chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da linguagem e das ações da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos. Trata-se de acolher em nós mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende, na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.
A comunicação tem o poder de criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico como no digital. Assim, palavras e ações hão-de ser tais que nos ajudem a sair dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a comunicação.
Por isso, queria convidar todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e reconciliar-se. E isto aplica-se também às relações entre os povos. Em todos estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (“O mercador de Veneza”, Ato IV, Cena I).
É desejável que também a linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. É fácil ceder à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar as pessoas em direção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (...) Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).
Como gostaria que o nosso modo de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! A misericórdia pode ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –, mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres» (Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf. Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.
Alguns pensam que uma visão da sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objetivos. A casa paterna é o lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.
Para isso é fundamental escutar. Comunicar significa partilhar, e a partilha exige a escuta, o acolhimento. Escutar é muito mais do que ouvir. Ouvir diz respeito ao âmbito da informação; escutar, ao invés, refere-se ao âmbito da comunicação e requer a proximidade. A escuta permite-nos assumir a atitude justa, saindo da tranquila condição de espectadores, usuários, consumidores. Escutar significa também ser capaz de compartilhar questões e dúvidas, caminhar lado a lado, libertar-se de qualquer presunção de omnipotência e colocar, humildemente, as próprias capacidades e dons ao serviço do bem comum.
Escutar nunca é fácil. Às vezes é mais cómodo fingir-se de surdo. Escutar significa prestar atenção, ter desejo de compreender, dar valor, respeitar, guardar a palavra alheia. Na escuta, consuma-se uma espécie de martírio, um sacrifício de nós mesmos em que se renova o gesto sacro realizado por Moisés diante da sarça-ardente: descalçar as sandálias na «terra santa» do encontro com o outro que me fala (cf. Ex 3, 5). Saber escutar é uma graça imensa, é um dom que é preciso implorar e depois exercitar-se a praticá-lo.
Também e-mails, sms, redes sociais, chat podem ser formas de comunicação plenamente humanas. Não é a tecnologia que determina se a comunicação é autêntica ou não, mas o coração do homem e a sua capacidade de fazer bom uso dos meios ao seu dispor. As redes sociais são capazes de favorecer as relações e promover o bem da sociedade, mas podem também levar a uma maior polarização e divisão entre as pessoas e os grupos. O ambiente digital é uma praça, um lugar de encontro, onde é possível acariciar ou ferir, realizar uma discussão proveitosa ou um linchamento moral. Rezo para que o Ano Jubilar, vivido na misericórdia, «nos torne mais abertos ao diálogo, para melhor nos conhecermos e compreendermos; elimine todas as formas de fechamento e desprezo e expulse todas as formas de violência e discriminação» (Misericordiae Vultus, 23). Em rede, também se constrói uma verdadeira cidadania. O acesso às redes digitais implica uma responsabilidade pelo outro, que não vemos mas é real, tem a sua dignidade que deve ser respeitada. A rede pode ser bem utilizada para fazer crescer uma sociedade sadia e aberta à partilha.
A comunicação, os seus lugares e os seus instrumentos permitiram um alargamento de horizontes para muitas pessoas. Isto é um dom de Deus, e também uma grande responsabilidade. Gosto de definir este poder da comunicação como «proximidade». O encontro entre a comunicação e a misericórdia é fecundo na medida em que gerar uma proximidade que cuida, conforta, cura, acompanha e faz festa. Num mundo dividido, fragmentado, polarizado, comunicar com misericórdia significa contribuir para a boa, livre e solidária proximidade entre os filhos de Deus e irmãos em humanidade.
                                                                                                                                                                                                        Papa Francisco
Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 29 de dezembro de 2015


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015


sábado, 12 de dezembro de 2015

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

CUIDADO COM AS DOCES PALAVRAS ATRIBUÍDAS FALSAMENTE AO PAPA FRANCISCO, ALERTA VATICANO


ROMA, 03 Dez. 15 (ACI/EWTN Noticias).- A página informativa do Vaticano em espanhol, News.Va Espanhol, pediu aos fiéis católicos que não caiam em confusões por falsas mensagens atribuídos ao Papa Francisco difundidas normalmente nas redes sociais, como Facebook, Twitter ou o serviço de mensagens por meio de WhatsApp.
“Estes tipos de textos que circulam por internet atribuídos ao Papa Francisco geralmente não mencionam a data e a ocasião na qual pronunciou essas palavras. Porque desta maneira, seria fácil para qualquer pessoa procurar na página oficial da Santa Sé e comprovar se realmente eram palavras do Papa”, explicou News.va em uma publicação no Facebook.
A página do Vaticano animou novamente a que, diante de uma notícia ou texto com um conteúdo estranho que faça menção ao Papa, “procurem as fontes vaticanas para ver se também aparecem ali”.
“Se as palavras atribuídas ao Papa não aparecem nos meios oficiais vaticanos, especialmente na página oficial da Santa Sé, pode ser que estas sejam falsas”, esclareceu.
Estes casos, explicou, parecem “um fenômeno através do qual, com certeza, muitos de vocês se encontraram: alguém lhes envia por Facebook ou WhatsApp, uma mensagem que começa com ‘Compartilho com vocês algo do Papa Francisco’. E, a seguir está um doce texto”.
Como exemplo, News.va mencionou este texto, fragmento de uma de tantas mensagens falsamente atribuídas ao Papa: “Muitas vezes o Natal é uma festa rumorosa: far-nos-á bem estar um pouco em silêncio, para ouvirmos a voz do Amor. Natal é você, quando decide nascer de novo, cada dia, deixando que Deus penetre seu interior. O pinheiro do Natal é você, quando resiste fortemente aos ventos e dificuldades da vida".
A primeira oração deste texto corresponde a um tweet do Santo Padre em dezembro de 2013: “Muitas vezes o Natal é uma festa rumorosa: far-nos-á bem estar um pouco em silêncio, para ouvirmos a voz do Amor”.
Muitas vezes o Natal é uma festa rumorosa: far-nos-á bem estar um pouco em silêncio, para ouvirmos a voz do Amor.


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

CATÓLICOS REAGEM A INACEITÁVEL EXPOSIÇÃO BLASFEMA COM HÓSTIAS CONSAGRADAS EM PAMPLONA - ESPANHA


O Município de Pamplona (Espanha) pediu que se retire a parte ofensiva da exposição “Enterrados” do “artista” Abel Azcona, que roubou e profanou mais de 200 hóstias consagradas para a mesma.
O prefeito da cidade, Joseba Asirón, explicou que em relação a tal exposição blasfema desconheciam seu conteúdo porque o autor a tinha denominado como uma “obra de caráter retrospectivo”.
Em sua exposição, Abel Azcona usou 242 hóstias consagradas que tinha roubado durante as missas, simulando que ia comungar, posteriormente colocou-as no chão formando a palavra “pederastia” e tirou fotos sem roupa dele mesmo junto a elas, assim como fotos durante o roubo das hóstias nas igrejas.
Conforme assinala o Jornal de Navarra, o município deseja se comunicar com Abel Azcona, autor da mostra, a fim de pedir-lhe que retire a parte sacrílega da mesma. Entretanto, até então ele não respondeu as ligações.
Caso ele não responda, o governo municipal “estará encarregado a fim de que a exposição seja feita em termos nos quais está autorizada”, pois “a parte das hóstias não está permitida”, declarou o prefeito.
Nesse sentido, Asirón disse que de jeito nenhum está de acordo “com essa parte do conteúdo, pois este pode ofender os cidadãos, existe espaço para a crítica sem chegar à ofensa ou a provocação”, insistiu.
Ante as manifestações cidadãs realizadas contra a mostra sacrílega, o prefeito fez um “apelo à calma e ponderação e dos cidadãos, a fim de assegurar a boa convivência na cidade”.
A associação ‘Abogados Cristianos’ fez uma denúncia contra Azcona pela violação dos sentimentos religiosos. Polonia Castellanos, porta-voz da desta associação, declarou ao Grupo ACI que o “município de Pamplona também recebeu o prazo para que até a próxima quinta-feira a exposição seja fechada. Caso contrário, ampliaremos a queixa em grau de cumplicidade e cooperação necessária”.
Castellanos também impulsionou na plataforma Change.org o abaixo assinado contra “Enterrados”, que até agora conseguiu mais de 103 mil assinaturas
Por outro lado, a Arquidiocese de Pamplona e Tudela também condenou “energicamente a profanação da Eucaristia” e convocou para a Santa Missa de reparação, a qual será celebrada hoje quarta-feira, 25, às 19h nas Catedrais de Pamplona e de Tudela.
Orações em desagravo à Exposição Blasfema

MADRI, 25 Nov. (ACI).- Mais de 400 pessoas se congregaram na terça-feira, 24, para rezar ante a mostra blasfema de Abel Azcona, na qual ele usou mais de 200 hóstias consagradas, exposta na sala Conde Rodezno de Pamplona (Espanha).
Em relação a este tema, Azcona considera que as manifestações contra sua exposição são “parte da performance” e fez comentários depreciativos nas redes sociais a respeito daqueles que participaram no ato de desagravo. Disse, por exemplo, que essas concentrações de pessoas expressam uma “maravilhosa continuação da minha performance Art ‘Amem’”.
Alguns cidadãos entraram na sala para rezar o rosário em ato de desagravo ante as fotografias de Azcona sem roupa junto às hóstias consagradas que roubou, com as quais escreveu a palavra “pederastia”. Fora da sala Conde Rodezno, onde está a mostra de Azcona, havia também mais de 300 cidadãos que permaneciam rezando.
Na segunda-feira, 23, um cidadão entrou na exposição e retirou o prato onde estavam as hóstias e as levou a uma paróquia próxima à sala de exposição. Azcona considerou que roubaram parte da sua obra, enquanto o município comunicou ao artista que as hóstias consagradas “não serão devolvidas”.
A Arquidiocese de Pamplona celebrou hoje uma missa de reparação nas Catedrais de Pamplona e de Tudela.
A plataforma cidadã ‘Hazte Oír’ prevê manifestar-se na tarde desta quinta-feira, como já fez na terça-feira passada, na praça do município de Pamplona, a fim de pedir a retirada da mostra sacrílega.
A associação ‘Abogados Cristianos’ fez uma queixa criminal contra Abel Azcona pela violação do Código Penal contra os sentimentos religiosos. O município de Pamplona também recebeu o prazo para que, até esta quinta-feira, 26, a exposição seja fechada. Caso contrário, será ampliada a queixa de Azcona ao município por cumplicidade e cooperação necessária para a realização do delito.
‘Abogados Cristianos’ conseguiu até agora mais de 103 mil assinaturas contra esta exposição, mas prrecisa ainda de no mínimo 47 mil assinaturas. 

Faça também a sua parte. Para contribuir para a retirada da exposição blasfema é possível assinar aqui: 

Manifestação dos católicos contra a Exposição Blasfema


Fontes: Blog da Comunidade Shalom / Acidigital

sábado, 21 de novembro de 2015

CNBB ABRE INSCRIÇÕES PARA PRÊMIOS DE COMUNICAÇÃO 2016


Criado há 48 anos, durante o período militar no Brasil, os Prêmios de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) buscam estabelecer diálogo com a cultura e a sociedade.
A edição de 2016 está com inscrições abertas até 31 de dezembro, para as categorias: cinema, rádio, televisão e imprensa. Podem se inscrever profissionais e veículos de comunicação das diferentes áreas, de acordo com as normas previstas no regulamento de cada premiação.
Os prêmios são promovidos, a cada dois anos, pela Conferência dos Bispos, por meio da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação. Nesta edição serão escolhidos os melhores trabalhos produzidos entre 2014 e 2015, cujos objetivos coincidam com valores humanos, cristãos e éticos. A cerimônia de entrega dos prêmios acontecerá durante a 54ª Assembleia Geral da CNBB, programada para abril de 2015, em Aparecida (SP).

Valorização
O processo de seleção das obras tem novidades e contará com participação de uma comissão de bispos da CNBB. A primeira fase da escolha das produções será realizada por um júri técnico composto por profissionais e docentes da Comunicação. Posteriormente, a comissão de bispos classificará os melhores trabalhos para premiação.
“O principal objetivo dos Prêmios de Comunicação é o diálogo com a sociedade e todas as instâncias. Por isso, não são necessariamente produções religiosas que serão avaliadas, mas trabalhos que retratem valores construtivos e humanitários. Queremos valorizar e colocar em evidência o trabalho feito por tantas pessoas, com bons resultados, porém muitas vezes desconhecidos”, explica o assessor da Comissão para a Comunicação, padre Antonio Xavier Batista.  
O sacerdote recorda, ainda, que se trata de uma importante iniciativa de incentivo e reconhecimento das melhores produções. “No final todos ganham, pois há um esforço de produzir materiais cujo objetivo é a formação humana baseada nos valores cristãos”, disse.

Reconhecimento
De acordo com a organização, os Prêmios de Comunicação nasceram com a proposta de “reconhecer e valorizar o trabalho dos profissionais que se empenhavam em produzir obras que dignificavam o ser humano como protagonista e sujeito da história na área da Comunicação. Este foi o olhar de esperança da Igreja no Brasil para com os produtores e profissionais da comunicação, durante o longo período de repressão Militar”.
O prêmio Margarida de Prata é um dos mais antigos, criado em 1967. Já premiou mais de 100 filmes brasileiros entre longas e curtas-metragens. A premiação é reconhecida pelos cineastas e produtores nacionais como Walter Salles, Silvio Tendler, Castro Alves, Josué de Castro, Roberto Farias, Leon Hirszmann, João Moreira Salles, entre muitos outros.
Em 2008, a presidência da CNBB entregou ao papa emérito Bento XVI as estatuetas dos prêmios Margarida de Prata para o cinema, Dom Helder Câmara para a imprensa, Microfone de Prata para o rádio e Clara de Assis para a televisão. Esse presente foi colocado no Museu do Vaticano.

Inscrição e editais
Confira os regulamentos de cada prêmio:

Conheça os prêmios
12º Prêmio Dom Hélder Câmara de Imprensa foi criado em 2002. Tem por objetivo premiar profissionais da mídia impressa, cujas reportagens mostrem em seu conteúdo valores humanos, sociais, políticos, cristãos e éticos, visando à construção da cidadania e da cultura da paz.
9º Prêmio Clara de Assis para a Televisão foi criado em 2005. Tem por objetivo premiar programas televisivos nacionais, produzidos e exibidos por emissoras comerciais, educativas ou comunitárias brasileiras e que trazem em seu conteúdo valores humanos, sociais, políticos, cristãos e éticos.
45º Prêmio Margarida de Prata foi criado em 1967 pela Central Católica de Cinema, no âmbito do então Secretariado de Opinião Pública da CNBB. Tem por objetivo premiar as produções nacionais do cinema brasileiro, obras que apresentem em suas temáticas e artística valores humanos, éticos e espirituais.
23º Prêmio Microfone de Prata foi criado em 1989. Tem como objetivo principal incentivar e apoiar a produção e a qualidade de programas radiofônicos não só religiosos, evangelizadores, mas também de promoção humana.
Fonte: CNBB

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

PECADO VIRTUAL? ISSO EXISTE?


Estamos diante de uma profunda mudança de paradigma. Alguns conceitos clássicos como temo e espaço são desafiados pela expansão da internet. No ciberespaço, é difícil até imaginar o que seria “espaço”; poderíamos até pensar no espaço disponível no meu pendrive, mas qual o limite da internet? O tempo dá lugar à velocidade; não se pergunta mais quanto tempo precisa para pagar uma conta ou fazer uma pesquisa sobre as muralhas da China. Depende da velocidade – quase da luz – disponível pelo meu servidor de internet. Posso pagar uma conta sem precisar ir ao banco, ir até a China sem sair de casa. Tudo é instantâneo, bem diferente do ônibus que tenho que pegar para a faculdade, do engarrafamento que me faz chegar atrasado ao meu compromisso ou do avião que precisaria cruzar a metade do globo para chegar ao meu objetivo.

A este momento, poderíamos nos perguntar se devemos considerar esse ambiente como real ou virtual. Chegamos ao ponto principal da questão: a ideia de que a internet não passa de um mundo da imaginação ou, ainda, de qualquer coisa que não seja real – só porque não é material – pode nos causar dúvidas do que podemos ou devemos fazer neste ambiente.

A má compreensão do que seja esse ambiente, ou do que seja o pecado, pode fazer com aquele que navega na internet se permita a coisas que não se permitiria quando as pensa na “vida real”. Invadir um computador e ver os dados, descobrir a senha da rede social do seu amigo, mentir, adulterar, e até coisas piores, no ambiente virtual, parece não ser pecado, mas o é. A tela do computador parece ser uma proteção: “as pessoas não estão me vendo” – pode pensar aquele navega.

Quanto ao que seja o pecado, Jesus nos ensina que aquilo que nasce dentro, nasce no coração, o pensamento impuro, já é pecado (cf. Mt 5, 28). Logo, não é necessário externalizá-lo para ser ofensivo a Deus. Entretanto, na internet, pecados são externalizados e ofensivos não só a Deus como aos outros. Não é difícil ouvir falar de pessoas que sofrem com o bulling, muitas vezes virtual!

Quanto ao ambiente, é necessário dizer que tudo o que se faz “on-line” tem consequências na sua vida “off-line”. Logo, pegar a senha do seu amigo para descobrir os seus segredos é tão feio quanto entrar no quarto dele escondido e vasculhar todas as suas coisas. Manipular um banco de dados para lucrar algo para si é tão errado quanto subornar o funcionário para ganhar um aumento no salário.

Devemos estar atentos, porque a internet, apesar de ser um poderoso meio de evangelização em potencial, como já temos falado nos artigos anteriores, pode ser – para quem quer ser santo – um arriscado meio de perdição. Com isso, não estamos sugerindo que não utilizem a internet. Ao contrário, devemos “estar no mundo, mas sem sermos mundanos” (cf. Jo 17, 11).


Temos o dever cristão de estar neste ambiente para ser sal e luz, para levar a luz, e não nos deixarmos imergir nas trevas.

O pecado virtual existe e nos faz tão mal quanto os não virtuais. Do mesmo modo, a evangelização por meio da internet pode ser tão frutuosa quanto uma evangelização fora da internet.

Neste ambiente, podemos encontrar pessoas que talvez nunca fossemos encontrar ou que talvez nunca nos escutassem. É possível não só cometer verdadeiros pecados, mas, sobretudo, fazer o bem de verdade, ajudar as pessoas, ser caridoso, exercitar-se nas virtudes, unir-se por uma causa solidária etc.

O desafio do evangelizador neste ambiente é o mesmo: sair de si para ir ao encontro do outro. Esse é o mandamento: “Amai-vos uns aos outros” (cf. Jo 15, 12), e o convite para segui-lo é: “Esquece-se de si mesmo” (cf. Mc 8, 34). A conversão é necessária para qualquer evangelizador; o testemunho autêntico pode e deve ser dado também neste ambiente ou estaremos fadados a palavras estéreis que não ajudam ninguém, e que, ao contrário de aproximar, afastam.

Em resumo: vale a pena evangelizar pela internet. Há pessoas sedentas que esperam por alguém que se aproxime e ajude com palavras confortantes, com testemunho de fé e com o convite para uma vida verdadeiramente cristã. Pessoas REAIS esperam por nós neste ambiente e evidentemente fora dele.

Franco Michel Silva Galdino
Artigo originalmente publicado na Revista Shalom Maná
Fonte: Aleteia

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

VÍDEO DE ARTISTAS GLOBAIS É A FAVOR DO ABORTO E DESRESPEITA A FÉ CATÓLICA

VÍDEO ORIGINAL, OFENSIVO
"ESTRELADO" PELOS ARTISTAS GLOBAIS QUE NÃO RESPEITAM A VIDA NEM A FÉ DOS CATÓLICOS.

AONDE ELES QUEREM CHEGAR COM ISSO, OFENDENDO UMA INSTITUIÇÃO QUE SÓ FALA DO AMOR, DA PAZ E DA UNIÃO DAS PESSOAS?




O VÍDEO A SEGUIR FOI FEITO POR UM ANÔNIMO, VISANDO QUESTIONAR A MENSAGEM QUE O VÍDEO ORIGINAL QUIS PASSAR.

SERÁ QUE AS PESSOAS DE BEM AINDA NÃO CONSEGUIRAM ENTENDER O QUE ESSAS PESSOAS MANIPULADAS PELO DEMÔNIO REALMENTE QUEREM?

É A DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA, DA IGREJA, 
DA SOCIEDADE DO BEM...

FIQUEMOS ATENTOS A TUDO ISSO E NÃO PERMITAMOS QUE ESSAS PESSOAS USADAS PELO MAL, INFILTREM PENSAMENTOS ERRADOS EM NOSSAS MENTES.



CAMPANHA PELA CASSAÇÃO DA OUTORGA DA REDE GLOBO DE TELEVISÃO E PUNIÇÃO JURÍDICA DOS ATORES POR CRIME DE DESRESPEITO À FÉ...

Posted by Padre Rodrigo Maria on Quarta, 4 de novembro de 2015

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

SEGUNDO CONGRESSO NACIONAL CATÓLICO DIGITAL - CONACAT 2015


A partir de uma visão católica, dar respostas práticas a problemas comuns da vida em família. Esse é o objetivo do 2° Congresso Nacional Católico Digital (Conacat) que, este ano, aborda o tema “Sempre Família”, inspirado pelo Sínodo das Famílias convocado pelo Papa Francisco.
O evento digital, organizado pelo jornalista católico maranhense, Wagner Moura, acontecerá de 9 a 13 de novembro de 2015 e reúne em sua segunda edição mais de 25 voluntários, leigos de vários estados brasileiros e do exterior, além de contar com a participação do padre dehoniano, João Carlos Almeida (padre Joãozinho), do provincial da Ordem Mercedária no Brasil, frei Rogério Soares, e da missionária e cantora da Comunidade Católica Shalom, Suely Façanha.
Evangelizar por meio da internet
“Os Pontifícios Conselhos para a Cultura e para as Comunicações há bastante tempo orientam a evangelização do continente digital – forma como conceituam o ambiente da internet. O tema, particularmente, atraiu-me ainda mais após a formação que tive ao representar os países de língua portuguesa no Vatican Blog Meeting, encontro internacional promovido por esses pontifícios conselhos, no Vaticano, em 2011”, afirma o organizador do Conacat, Wagner Moura.
Para participar do Conacat os interessados precisam fazer, gratuitamente, uma inscrição simbólica no site Católico em Rede, apenas inserindo seu e-mail de contato. É pelo e-mail que os participantes serão avisados sobre a programação completa que, este ano, contará ainda com a participação de jovens autores de romances católicos como Elisa Hulshof, André Krupp e Tássila Maia.
Plataforma digital
Para a professora Ivanne Vilarins, benfeitora da ordem franciscana da diocese de Bacabal (MA), o Conacat é oportunidade de formação especial para quem mora no interior do Brasil. “É a segunda vez que me inscrevo no evento e acredito que o sucesso dele está nesta plataforma digital que simula um ensino a distância. Para quem não tem tempo e precisa de formação na área de questões de família, com certeza é uma boa oportunidade”, diz a professora.
Dentre os 35 temas que serão trabalhados pelos voluntários do Conacat, sempre por meio da exibição de vídeos formativos pela internet, destacam-se: “Recém-casados: práticas para começar bem o casamento”, “Papa Francisco e a família como ambiente da aliança”, “Dependência química e família cristã: causas, efeitos e soluções”, “Teologia do corpo: eduque seus filhos com o método de São João Paulo II”, “A cura da grande dor: sobreviver à perda de pais e filhos”, “A prática da tolerância: como superar conflitos em família”, “7 lições de São José para proteger a sua família”.
As palestras que os participantes do Congresso poderão conferir sempre no horário da noite, irão abordar esses e outros tópicos sobre o tema geral. 

O portal A12.com conversou com o organizador do Congresso, Wagner Moura, que falou mais detalhes sobre esse evento digital.
A12 - Qual será o formato do Congresso?
 
"...todos que estiverem inscritos poderão assistir às orientações de nossos palestrantes que, voluntariamente, se dispõe a partir de seu ambiente familiar dividir conosco experiências e reflexões da caminhada católica que podem ajudar muito quem precisa de conselhos, de uma luz para enfrentar problemas de família".
Wagner - O Conacat é um evento que acontece a partir da internet e na internet. O foco é verdadeiramente o continente digital que, como dizem os Pontifícios Conselhos da Comunicação e da Cultura, precisa ser evangelizado a partir de suas próprias realidades. É pela internet que eu contato os palestrantes, é pela internet que eles me enviam suas palestras e é ainda nesse ambiente digital que tudo é exibido na semana programada para quem estiver inscrito no evento.
Este ano as palestras vão acontecer durante 5 noites, a partir do dia 9 ao 13 de novembro. Nesse período a programação é gratuita, todos que estiverem inscritos poderão assistir às orientações de nossos palestrantes que, voluntariamente, se dispõe a partir de seu ambiente familiar dividir conosco experiências e reflexões da caminhada católica que podem ajudar muito quem precisa de conselhos, de uma luz para enfrentar problemas de família.
Este ano vamos contar novamente com a participação do padre Joãozinho, scj. que atualmente é o 1º conselheiro provincial dos dehonianos da Província Brasil São Paulo e teremos pela primeira vez a participação do Frei Rogério Soares, provincial da Ordem Mercedária.
A12 – Como os interessados podem participar?
Wagner - Durante a semana de 9 a 13 de novembro o evento é gratuito. Porém, para aqueles que desejarem rever as palestras quantas vezes quiserem vamos vender o acesso a nossa área de membros. Trata-se de uma parte do site que só é acessível a quem adquirir o pacote de mais de 25 palestras pelo valor promocional de R$57,00. Mas, gosto sempre de ressaltar, a compra do acesso à área de membros é opcional. Para participar do Conacat e assistir às palestras durante a semana do evento não é necessário pagar.
As inscrições começaram na quinta-feira, 15 de outubro, e terminam no primeiro dia do evento. E devem ser feitas por meio do site www.catolicoemrede.com.br no qual o participante precisa deixar apenas um email no local indicado. Há um vídeo no site em que eu mesmo explico como fazer a inscrição.
A12 - Quais motivos conduziram a realização dessa segunda edição?
Wagner - Eu vou ser pai pela segunda vez! Meu primeiro filho homem vai nascer em fevereiro e a chegada dessa nova criança na família me fez desejar mais informações sobre ser família. Buscando essas informações eu percebi que poderia reunir um grupo de amigos na segunda edição do Conacat para tratar justamente do tema família! E assim foi feito. Além disso, estamos também inspirados pelo Sínodo das Famílias no qual a Igreja reflete temas pertinentes. Posso dizer que esses dois eventos contribuíram para a decisão de fazer um Conacat sobre família.
A12 - Com base na realização da primeira edição do Conacat qual a expectativa para a segunda?
 
"...minha expectativa é sempre a de possibilitar a todos os participantes uma transformação pessoal, uma reflexão para ajustar as coordenadas do caminho que trilhamos por aqui nesta vida única e preciosa que Deus nos deu.
Wagner - No primeiro Conacat nosso tema foi a Cultura do Encontro proposta pelo Papa Francisco. Ano passado contamos com 3.800 inscrições online e considero que foi um sucesso uma vez que o tema não era assim tão conhecido, o que fazia com que a divulgação ficasse mais restrita àqueles interessados em comunicação, artes, juventude e política, campos que abordamos no ao passado. Assim, ao propormos um tema mais amplo como é a questão da família, eu acredito que vamos superar esse número de inscrições! Independente dos números minha expectativa é sempre a de possibilitar a todos os participantes uma transformação pessoal, uma reflexão para ajustar as coordenadas do caminho que trilhamos por aqui nesta vida única e preciosa que Deus nos deu.

Fontes: Rádio Vaticano/Portal A12